Ouro renova recorde após dados positivos da China e acumula alta de 2% na semana

O ouro bateu novo recorde nesta sexta-feira, ajudado pela queda do dólar frente aos pares (DXY -0,30%) e pelo recuo nos juros dos Treasuries.

Investidores avaliaram dados importantes da economia chinesa, como o PIB do 3TRI24, que aumentou 4,6%, pouco acima do esperado.

O contrato para dezembro fechou em alta de 0,83%, a US$ 2.730,00 por onça-troy na Comex. Na semana, o metal acumulou ganho de 2%.

(BDM Online + agências)

China e risco fiscal penalizam ativos domésticos; Wall Street busca novos recordes, apoiada em balanços

[18/10/24] Da Redação do Bom Dia Mercado

O dólar à vista opera perto das máxima do dia (+0,57%, a R$ 5,6918) nesta tarde, levando junto os juros futuros (DI Jan26 a 12,740%; Jan27 a 12,930%; Jan29 a 12,980%). A aversão ao risco pesa no Ibovespa (-0,42%, aos 130.245 pontos).

Operadores não apontaram razão específica para o mau humor doméstico, citando fatos recorrentes desta semana, como o risco fiscal e a incerteza sobre a sustentabilidade do crescimento da China, mesmo após números positivos divulgados hoje.

O mercado local destoa dos EUA, onde as bolsas buscam novos recordes (Dow Jones +0,06%; S&P500 +0,40%; Nasdaq +0,69%), embaladas pela safra de balanços. Tanto o dólar (DXY -0,28%) como os juros dos Treasuries (T-Note de 2 anos a 3,9642%) operam em baixa.

(Téo Takar)

Após 3 sessões em queda, Minerva se destaca entre as maiores altas

Depois de três sessões seguidas no vermelho, as ações da Minerva se destacam entre as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira. Por volta das 14h23, o papel do frigorífico ganhava 3,30%, a R$ 5,64.

Na avaliação de analistas, a aquisição dos ativos da Marfrig é cara e eleva a alavancagem, podendo pressionar o fluxo de caixa livre da Minerva no curto prazo. Porém, essas incertezas já aparecem refletidas no preço da ação, que se mantém subvalorizada.

Por sua vez, na ponta do ranking positivo, Marfrig avançava 4,88% (R$ 14,40). Também na lista, BRF subia 2,30%, a R$ 24,44. Por outro lado, JBS destoa de seus pares, cedendo 0,69% (R$ 34,37), em realização dos lucros recentes.