IRB amplia ganhos, impulsionada por resultados de agosto
Na liderança entre as maiores altas do Ibovespa, as ações da IRB ampliam os ganhos, avançando, por volta das 14h42, 8,61%, a R$ 46,15.
O movimento é impulsionado pelos resultados financeiros fortes de agosto apresentados pela resseguradora, que reportou lucro líquido de R$ 29 milhões.
Na avaliação do BTG, esse montante se refletirá no 3TRI, que, consequentemente, deve ser o melhor trimestre do ano para a companhia. O banco espera que a IRB alcance lucro líquido de R$ 94 milhões entre julho e setembro.
Aversão ao risco predomina no Ibovespa; NY fica sem direção única em dia de agenda esvaziada
[22/10/24] Da Redação do Bom Dia Mercado
A aversão ao risco predominou no Ibovespa, ainda que o dia tenha notícias positivas para a economia brasileira, como a arrecadação federal recorde em setembro e a elevação da previsão do PIB pelo FMI neste ano.
O índice baixou 0,31%, aos 129.951,37 pontos, com volume de apenas R$ 18,1 bilhões. Petrobras ON caiu 0,48% (R$ 39,44) e Petrobras PN cedeu 0,39% (R$ 36,11). Já Vale subiu 0,13% (R$ 60,41).
O dólar à vista fechou em leve alta de 0,12%, a R$ 5,6973. Os juros futuros não definiram tendência, com curtos em alta e longos em baixa.
Em NY, as bolsas fecharam sem direção única, assim como os juros dos Treasuries, em dia de agenda esvaziada. Dow Jones recuou 0,02% (42.924,89), S&P500 caiu 0,05% (5.851,20) e Nasdaq subiu 0,18% (18.573,13).
(Igor Giannasi)
Juros não definem tendência em meio à revisão do PIB pelo FMI, arrecadação maior e fala de Campos Neto
Os juros futuros registraram oscilações modestas nesta nesta, com curtos em alta e longos em baixa.
A divulgação da arrecadação federal acima do esperado trouxe alívio pontual às taxas, mas o viés de alta do dólar e a recuperação do petróleo pressionaram os juros curtos, mais sensíveis ao quadro inflacionário, enquanto os longos seguiram a leve queda dos Treasuries.
A revisão para cima da projeção do FMI para o PIB brasileiro também pesou sobre as taxas curtas, uma vez que o BC pode ser obrigado a subir mais a Selic para esfriar a economia e reduzir o risco inflacionário.
O mercado também monitorou a entrevista de Campos Neto à CNBC, em que ele repetiu que o país precisa de um choque fiscal para que o BC possa baixar os juros.
No fechamento, o contrato do DI para janeiro de 2026 marcava 12,690% (de 12,665% no fechamento de ontem); Jan/27 a 12,850% (12,835%); Jan/29 a 12,855% (12,880%); Jan/31 a 12,810% (12,860%) e Jan/33 a 12,740% (12,780%).
(Téo Takar)