Petróleo recua com salto nos estoques americanos; investidor monitora Oriente Médio

O petróleo retomou a trajetória de baixa nesta quarta-feira, após o mercado se surpreender com o salto nos estoques semanais da commodity nos EUA. Segundo o DoE, houve aumento de 5,474 milhões de barris, enquanto analistas esperavam queda de 800 mil barris.

A baixa nos preços, porém, segue limitada pelos conflitos no Oriente Médio. O mercado monitora a possibilidade de Israel revidar o ataque do Irã no começo do mês, o que poderia afetar a oferta de petróleo.

O Brent para dezembro fechou em baixa de 1,42%, a US$ 74,96 por barril, na ICE. E o WTI para o mesmo mês caiu 1,35%, a US$ 70,77 por barril, na Nymex.

(BDM Online + agências)

Ouro recua com alta do dólar e dos Treasuries

O ouro interrompeu sequência de recordes nesta quarta-feira, com investidores aproveitando para embolsar lucros diante do forte avanço do dólar (DXY +0,43%) e dos juros dos Treasuries (T-Note de 10 anos a 4,2506%).

O contrato do metal precioso para dezembro fechou em baixa de 1,10%, a US$ 2.729,40 por onça-troy na Comex.

(BDM Online + agências)

Commodities pesam sobre Ibovespa e câmbio e juros sobem com incerteza fiscal

[23/10/24] Da Redação do Bom Dia Mercado

A piora na percepção do risco fiscal pauta os negócios domésticos, com o mercado reagindo às declarações duras do diretor do BC Paulo Picchetti. Ele afirmou que há “razões claras” para começar um ciclo de alta dos juros no Brasil.

Completa o cenário negativo do dia o relatório do FMI, que piorou as projeções fiscais do país.

Há pouco, os juros futuros avançavam em toda a curva (DI Jan26 a 12,765%; Jan27 a 12,950%; Jan29 a 12,975%), com os longos impulsionados também pela alta dos Treasuries (T-Note de 2 anos a 4,0843%).

O dólar marcava alta de 0,13%, a R$ 5,7048. E o Ibovespa caía 0,61%, aos 129.154 pontos, pressionado por Vale ON (-1,564%) e Petrobras ON (-1,24% e PN (-1,16%).

Em NY, as bolsas operam no vermelho (Dow -1,08%; S&P500 -1,20%; Nasdaq -1,97%), diante da cautela pré-eleitoral e dos balanços, com destaque para Boeing (-1,5%) e Coca-Cola (-1,5%).

(Téo Takar)