Abertura: Dólar sobe e juros recuam com acordo n

Abertura: Dólar sobe e juros recuam com acordo no Oriente Médio às vésperas da Super Quarta

O dólar sobe a R$ 5,0736 (+0,13%), em sessão de nova queda do petróleo, em torno de 3-4%, e decisões de juros no centro das atenções às vésperas da Super Quarta. Alguma cautela permanece, já que os detalhes do acordo no Oriente Médio ainda não são conhecidos, mas a queda no preço do petróleo alivia preocupações com a inflação. Com o varejo mais fraco, os juros futuros recuam. Nos Treasuries, os rendimentos da Note de 10 anos cedem e os da Note de 2 têm viés de alta, enquanto o DXY se estabiliza (+0,02%), a 99,654 pontos. Frente o iene, a moeda americana é estável, a 160,365/US$, mantendo os operadores de olho na possibilidade de intervenções. O BoJ, por 7 a 1, subiu juros ao maior patamar em 31 anos, como esperado, para conter os riscos inflacionários da guerra. Amanhã, o Fed deve manter as taxas inalteradas na primeira reunião presidida por Kevin Warsh e a atenção deve recair sobre a coletiva. Aqui, apostas em novo corte de 25 pb na Selic (a 14,25%) voltaram a subir e o tom do comunicado deve ganhar atenção em um cenário de inflação acima da meta, economia resiliente e proximidade das eleições. O Ibovespa cai 0,49% (169.576,91). (Ana Katia)

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++ ⚠️ Irã/Araqchi, do Irã: Uma nova rodada de negociações entre os EUA e o Irã começará na sexta-feira na Suíça

++ Ministro das Relações Exteriores do Irã disse, em conversa telefônica com seus homólogos regionais, que Israel precisa cessar todas as hostilidades contra o Líbano

++ BoJ/Uchida: “Em comparação com nossa reunião

++ BoJ/Uchida: “Em comparação com nossa reunião anterior, em abril, os EUA e o Irã assinaram um memorando; essa é uma medida bem-vinda; dito isso, há incerteza quanto ao ritmo de melhoria na distribuição (de petróleo)”

++ “Em comparação com a reunião anterior, o risco de uma deterioração acentuada da economia diminuiu; por outro lado, a subida dos preços aumenta e existe o risco de a inflação subjacente se desviar da nossa meta”

++ “Com a inflação subjacente se aproximando de 2%, é importante garantir que alcancemos nossa meta de forma estável”

++ “O crescimento salarial está se movendo aproximadamente em linha com os níveis consistentes com nossa meta de preços; o mecanismo pelo qual salários e preços sobem em conjunto está se consolidando”

Trechos dos comentários do vice do BoJ, Shinichi Uchida, em coletiva de imprensa após o Banco do Japão elevar juros para o nível mais alto em 31 anos, com foco em conter as pressões inflacionárias decorrentes do choque energético causado pela guerra no Oriente Médio. O aumento foi o primeiro desde dezembro e alinha o BoJ com outros bancos centrais que estão adotando políticas mais restritivas para combater a inflação