Abertura: Dólar sobe antes do CPI e juros caem a

Abertura: Dólar sobe antes do CPI e juros caem após dados de Serviços

O dólar sobe ante a maioria das moedas no aguardo do CPI americano, que pode calibrar as apostas sobre corte de juros do Fed, somando-se aos dados recentes do payroll, que mostraram mercado de trabalho americano enfraquecendo. Isso acontece em um cenário de turbulência provocada ontem pela notícia de investigação do presidente do Fed, Jerome Powell, o que derrubou a moeda americana por temor de interferência do governo Trump no BC, poucos meses antes da troca de comando. O CPI é o dado mais importante do dia e o núcleo deve subir 2,7%, de 2,6%, acima da meta (2%). mês a mês, +0,3%. O investidor também analisa os resultados dos bancos, especialmente as projeções para 2026 e, amanhã, a Suprema Corte americana pode dar seu veredito sobre as tarifas de Trump. O DXY sobe 0,17% (99,031)e a maior alta da moeda é contra o iene, a 158,844/US$ (+0,47%), por causa de especulações sobre uma eleição antecipada, que pode ser anunciada até o fim da próxima semana. Frente o real, sobe a R$ 5,3800 (+0,14%), enquanto os juros futuros cedem, após o volume de serviços cair -0,1% (consenso +0,1%), interrompendo nove meses de expansão. Ano a ano, +2,5%, vigésimo resultado positivo consecutivo. Os rendimentos dos Treasuries estão mistos, com viés de queda no mais curto e viés de alta nos longos. O Ibovespa cai a 162.345,28 (-0,49%). (Ana Katia)

++ Dólar sobe 0,05%, a R$ 5,3751; dólar futuro c

++ Dólar sobe 0,05%, a R$ 5,3751; dólar futuro cai 0,04%, a R$ 5,3995

++ Juros futuros estão perto do ajuste

++ Ibovespa futuro sobe 0,09%, a 165.505 pontos

Futuros de NY recuam no aguardo do CPI e dos res

Futuros de NY recuam no aguardo do CPI e dos resultados bancários

Os futuros de NY caem hoje (Dow Jones -0,13%; S&P 500 -0,14% e Nasdaq -0,26%), enquanto os investidores aguardam com cautela os dados de inflação de dezembro e uma série de balanços de grandes bancos. Prevê-se que os preços ao consumidor subam 2,7%, igualando novembro. Em comparação com o mês anterior, espera-se  +0,3%. Excluindo itens mais voláteis como alimentos e combustíveis, o chamado “núcleo” do CPI deve aumentar para 2,7%, contra 2,6%, e para 0,3%, contra 0,2% em termos mensais. A inflação e a força do mercado de trabalho são as duas principais considerações do Fed para definir juros. O emprego na semana passada mostrou alguma resiliência, o que, aliado à inflação persistente, pode dissuadir o BC de reduzir mais as taxas este ano. O mercado ainda precisa de dois cortes em 2026. O JPMorgan Chase divulgará seus resultados hoje, seguidos pelo Bank of America, Wells Fargo e Citigroup, amanhã. Resultados robustos podem ajudar a pintar um quadro otimista da saúde das empresas, aliviando algumas preocupações.