++ ⚠️ Fed/Barr: Estou preocupado com o fato de a

++ ⚠️ Fed/Barr: Estou preocupado com o fato de a inflação ainda estar em 3%


++ Precisamos apoiar o mercado de trabalho, mas também retornar a inflação a 2%

++ Precisamos ter cautela com a política monetária para equilibrar os riscos

++ Sobre a IA, Michael Barr avalia que gera ganhos significativos no PIB, mas ainda  ainda não se traduz em ganhos de produtividade

Giro das 12h: Petrobras pesa enquanto bancos e Vale limitam perdas do Ibovespa

Bancos (Itaú +0,51%; Bradesco PN +0,70%) e Vale (+0,71%) limitam perdas do Ibovespa, fazendo contraponto à baixa de Petrobras (ON -1,49% e PN -1,28%), que segue o petróleo.

A commodity derrete mais de 4% com alivio sobre o Irã e aumento dos estoques americanos.

Há pouco o índice paulista cedia 0,11% (164.969,19), enquanto NY sobe (Dow Jones +0,31%; S&P 500 +0,49% e Nasdaq +0,85%).

A TSMC reportou aumento de 35% no lucro do 4TRI , ajudando a reavivar a confiança no longo prazo para a IA.

Após balanços, Goldman Sachs sobe 1,25%; Morgan Stanley avança3,12% e BlackRock tem ganho de 4,47%.

Entre os dados do dia, o varejo no Brasil apontou o ritmo de expansão mais acentuado em quase dois anos, apoiando a alta dos juros, que oscilaram pela manhã. 

Já o dólar fez máxima de R$ 5,4050 e mínima de R$ 5,3804 e há pouco cedia 0,15%, a R$ 5,3925, em correção.

A moeda sobe ante a maioria dos pares e emergentes e o DXY avança no patamar dos 99,480 (+0,35%).

Já os rendimentos dos Treasuries se recuperam, em meio a novas evidências de um mercado de trabalho estável.

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA ficaram bem abaixo das expectativas, corroborando a visão do Fed de juros estáveis por mais tempo.

Giro das 12h: Petrobras pesa enquanto bancos e V

Giro das 12h: Petrobras pesa enquanto bancos e Vale limitam perdas do Ibovespa


Bancos (Itaú +0,51%; Bradesco PN +0,70%) e Vale (+0,71%) limitam perdas do Ibovespa, fazendo contraponto à baixa de Petrobras (ON -1,49% e PN -1,28%), que segue o petróleo, A commodity derrete mais de 4% com alivio sobre o Irã e aumento dos estoques americanos. Há pouco o índice paulista cedia 0,11% (164.969,19), enquanto NY sobe (Dow Jones +0,31%; S&P 500 +0,49% e Nasdaq +0,85%), com a TSMC reportando um aumento de 35% no lucro do 4Tri , ajudando a reavivar a confiança no longo prazo para a IA. Após balanços, Goldman Sachs sobe 1,25%; Morgan Stanley +3,12% e BlackRock 4,47%. Entre os dados do dia, o varejo no Brasil apontou o ritmo de expansão mais acentuado em quase dois anos, apoiando a alta dos juros, que oscilaram pela manhã. Já o dólar fez máxima de R$ 5,4050 e mínima de R$ 5,3804 e há pouco cedia 0,15%, a R$ 5,3925, em correção. A moeda sobe ante a maioria dos pares e emergentes e o DXY avança no patamar dos 99,480 (+0,35%) enquanto os rendimentos dos Treasuries se recuperam em meio a novas evidências de um mercado de trabalho estável. Os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA ficaram bem abaixo das expectativas, corroborando a visão do Fed de juros estáveis por mais tempo. (Ana Katia)