++ Ao Vivo/Haddad: (sobre saída do governo mais
++ Ao Vivo/Haddad: (sobre saída do governo mais cedo e candidatura) Já disse não a Lula, já recusei ser candidato antes; não quis em 2020
++ Isso vai ser fruto de uma conversa de dois amigos que se querem bem e querem bem ao País
++ Quero que meu sucessor tenha condições de assumir para garantir que as metas aprovadas sejam cumpridas; preocupação é avançar no caminho certo
++ Ao Vivo/Haddad: Sem troca de informações, não
++ Ao Vivo/Haddad: Sem troca de informações, não vamos ter êxito; as últimas operações exitosas têm como base uma forte integração; sem isso, fica difícil avançar
++ O Dario trabalhou em relações institucionais; a Meta segurou algumas inovações do Whastapp por causa da extrema direita
++ Em 2018 a gente não cuidou e em 2022 eles tomaram algumas precauções; o Dario presenciou esse cuidado; vai continuar tendo? o CEO de 2022 foi demitido, mas não estou aqui para levantar suspeitas sobre o que eu não tenho conhecimento
Giro das 12h: Ibovespa acompanha queda das bolsas globais por geopolítica
Após máxima aos 165.085,61 pontos nos primeiros minutos de negociação, o Ibovespa se estabiliza aos 164.774,85 pontos (-0,02%).
O índice acompanha o movimento de queda das bolsas em todo o mundo
Isso acontece após os EUA fixarem tarifas de 10% contra Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido, começando a valer em 1º de fevereiro.
As taxas podem subir para 25% em junho, caso Trump não consiga seu intento de comprar a Groelândia.
Os países europeus avaliam retaliação e o medo é de que o acordo comercial assinado ano passado entre EUA e UE vá pelo ralo.
Em sessão de agenda doméstica fraca, o mercado acompanha nesta manhã a entrevista com o ministro Fernando Haddad ao Uol.
Mais cedo, o Boletim Focus pouco alterou as projeções.
A sessão é de baixa liquidez por causa do Feriado de Martin Luther King Jr. nos EUA, que fecha as bolsas em NY e os Treasuries.
No câmbio, o dólar oscilou desde a abertura e há pouco cedia 0,09%, a R$ 5,3677, sendo acompanhado pelos juros futuros.
A moeda cai ante pares e é mista ante emergentes, refletindo aversão ao risco, o que apoia alta de 1,64% no ouro para fevereiro, a US$ 4.670,9.
O DXY cede 0,30%, segurando o nível dos 99,091 pontos.