Petróleo sobe com China impulsionando confiança

Petróleo sobe com China impulsionando confiança na demanda

O petróleo sobe após dados de crescimento da China (5% em 2025) aumentarem o otimismo em relação à demanda. Além disso, a capacidade de processamento das refinarias chinesas em 2025 aumentou 4,1% em relação ao ano anterior, enquanto a produção de petróleo bruto cresceu 1,5%. O WTI para fevereiro, que expira hoje, sobe a US$ 59,75 (+0,52%) e o contrato para março, que apresenta maior volume de negociações, sobe a US$ 59,64 (+0,51%). O brent para março avança a US$ 64,25 (+0,48%). Os temores de uma nova guerra comercial aumentaram depois que Trump disse que imporia tarifas adicionais de 10% a partir de 1º/2 contra países europeus caso nenhum acordo sobre a Groenlândia fosse alcançado, o que enfraquece o dólar e oferece suporte à commodity. Os mercados também estão acompanhando de perto o setor petrolífero da Venezuela. A Vitol ofereceu petróleo venezuelano a compradores chineses com descontos de cerca de US$ 5 por barril em relação ao Brent da ICE para entrega em abril, disseram fontes do setor.

Bolsas europeias acentuam perdas com ameaça de t

Bolsas europeias acentuam perdas com ameaça de tarifas

As bolsas europeias aprofundam as perdas de ontem em meio à preocupação com maiores dificuldades econômicas decorrentes das novas tarifas comerciais. Trump pressiona para comprar a Groelândia e ameaça aliados europeus com tarifas, afirmando que “a Groenlândia é imprescindível para a segurança nacional e mundial. Não há como voltar atrás”. Os líderes europeus rejeitaram os apelos e devem preparar medidas retaliatórias. Hoje, o Citigroup rebaixou a recomendação para as ações europeias devido à incerteza. Entre os dados, a taxa de desemprego no Reino Unido permaneceu elevada em novembro, enquanto o crescimento salarial recuou, sugerindo que novos cortes nos juros pelo BoE são prováveis ​​ao longo do ano. Londres -1,37%; Frankfurt -1,53% e Paris -1,27%.

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++ EUA/Bessent diz que Trump pode anunciar sua escolha para presidir o Fed na próxima semana

++ Disputa está entre quatro nomes: Rick Rieder, da BlackRock, Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional, Christopher Waller, do Fed, e o ex-membro do Fed, Kevin Warsh