Giro das 12h: Bancos devolvem perdas e descolam Ibovespa dos mercados globais

O Ibovespa devolveu as perdas, fez máxima de 165.991,51 e agora avança aos 165.235,34 (+0,23%).

O índice se apoia na virada dos bancos (Bradesco PN +0,74%; Itaú +0,35%) e nos papéis da Petrobras (ON +0,85%; PN +0,50%), que seguem o petróleo (acima de 1,5%).

Além disso, se descola dos mercados globais, que refletem a tensão geopolítica e a crise nos títulos públicos nas principais economias.

O problema foi detonado por riscos fiscais no Japão, em meio às promessas de cortes de impostos para alimentos naquele país.

O dólar pressionado derruba o DXY a 98,567 (-0,83%) e o euro sobe 0,69%, a US$ 1,17259, após dados alemães virem mais fortes do que o esperado.

Aqui, o dólar ainda sobe contra o real, a R$ 5,3741 (+0,19%), após fazer máxima de R$ 5,4086.

O dia tem agenda doméstica esvaziada e o investidor mantém no radar a proposta de Fernando Haddad (Fazenda) de ampliar a supervisão do BC sobre fundos de investimento.

Os juros futuros avançam com menos força perto do meio-dia, especialmente os mais longos, acompanhando a moeda e os rendimentos dos Treasuries.

NY se mantém em queda firme (Dow Jones -1,42%; S&P 500 -1,43% e Nasdaq -1,63%) em meio às novas tarifas de Trump contra os europeus por causa da Groelândia, o que deve ter resposta.

A recusa do presidente Emmanuel Macron de integrar o Conselho de Paz para Gaza rendeu ameaças de taxas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses.

Já a Suprema Corte norte-americana pode se pronunciar sobre a legalidade da política comercial de Trump. Netflix sobe 0,80% antes da divulgação do balanço.

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++ ⚠️ Suprema Corte americana não se pronuncia hoje sobre as tarifas de Trump

++ O tribunal entra em recesso de quatro semanas, então a próxima data para uma possível decisão é 20 de fevereiro

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++ Dólar faz nova mínima a R$ 5,3696 (+0,10%) e dólar futuro cai 0,07%, a R$ 5,3845