++ ⚠️ Davos/Lagarde: “Não tenho certeza se dever
++ ⚠️ Davos/Lagarde: “Não tenho certeza se deveríamos estar falando em ruptura; deveríamos estar falando sobre alternativas”
++ “Deveríamos identificar, muito mais do que provavelmente fizemos no passado, as fraquezas, os pontos sensíveis, as dependências, a autonomia”
A fala de Lagarde refuta narrativa do primeiro-ministro canadense, Mark Carney, de que uma nova ordem, impulsionada pela coerção das grandes potências, estaria se formando. Carney pediu às nações que aceitassem que uma ordem global baseada em regras havia chegado ao fim e que as grandes potências estavam abandonando até mesmo a pretensão de seguir os acordos internacionais. Por causa dessa fala, Carney foi “desconvidado” para integrar o Conselho de Paz de Trump.
Abertura: Dólar e juros estão em leve alta com fluxo externo no radar
O dólar sobe levemente, se mantendo abaixo dos R$ 5,30, a R$ 5,2871 (+0,05%).
Os juros futuros acompanham a moeda: Jan/27 sobe a 13,710%, de 13,698% e do miolo em diante, as taxas estão perto do ajuste.
Mais cedo, os juros corrigiam parte da forte queda recente, com o fluxo externo ainda no radar.
O índice DXY cede ligeiramente, a 98,298 pontos (-0,06%), com a moeda caminhando para sua maior baixa semanal desde junho, cerca de 1%, em meio a tensões geopolíticas.
A questão da Groenlândia deu um alívio, mas não está resolvida.
O estresse permanece, com Trump sinalizando uma possível ação militar contra o Irã, afirmando que os EUA tinham uma frota se deslocando em direção ao país do Oriente Médio.
Contra o iene, o dólar segue estável em 158,124/US$ (-0,18%), após o Banco do Japão ter mantido sua taxa básica de juros inalterada em 0,75%, conforme amplamente esperado.
Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries de 10 anos cedem a 4,23%.
Abertura: Dólar e juros estão em leve alta com f
Abertura: Dólar e juros estão em leve alta com fluxo externo no radar
O dólar sobe levemente, se mantendo abaixo dos R$ 5,30, a R$ 5,2871 (+0,05%) e os juros futuros acompanham a moeda. Jan/27 sobe a 13,710%, de 13,698% e do miolo em diante, as taxas estão perto do ajuste. Mais cedo, os juros corrigiam parte da forte queda recente, com o fluxo externo ainda no radar. O índice DXY cede ligeiramente, a 98,298 pontos (-0,06%), com a moeda caminhando para sua maior baixa semanal desde junho, cerca de 1%, em meio a tensões geopolíticas. A questão da Groenlândia deu um alívio, mas não está resolvida. O estresse permanece, com Trump sinalizando uma possível ação militar contra o Irã, afirmando que os EUA tinham uma frota se deslocando em direção ao país do Oriente Médio. Contra o iene, o dólar segue estável em 158,124/US$ (-0,18%), após o Banco do Japão ter mantido sua taxa básica de juros inalterada em 0,75%, conforme amplamente esperado. Nos EUA, os rendimento dos Treasuries de 10 anos cedem a 4,23%. O Ibovespa avança a 176.528,80 pontos (+0,54%). (Ana Katia)