Giro das 12h: Bolsas oscilam em semana de Super Quarta e balanços de big techs
O Ibovespa oscilou desde a abertura entre 179.543,03 e 177.694,22, enquanto NY sobe (Dow Jones +0,35%; S&P 500 +0,46% e Nasdaq +0,38%) no início de uma semana de decisões de política monetária na Super Quarta.
Há pouco o índice voltava ao vermelho, em -0,13% (178.630,87), com perda de força dos bancos, e de Petrobras e Vale, em sessão de baixa de commodities.
O Copom deve manter a Selic inalterada em 15% e o foco está nos sinais sobre o início de um ciclo de afrouxamento monetário, esperado para março.
Nos EUA, o Fed também deve manter as taxas de juros onde estão (3,50%-3,75%) e os investidores também estarão atentos às perspectivas e comentários sobre a futura política de taxas, tendo como pano de fundo a escolha do próximo presidente do Fed, que pode ser anunciado nesta semana.
Na política, os democratas ameaçam barrar pacote de US$ 1,2 trilhão caso inclua verbas adicionais para o Deptº de Segurança Interna.
Além da geopolítica, os balanços corporativos são destaque, com Microsoft, Meta e Tesla. No câmbio, o DXY enfraquece a 96,998 (-0,62%), o nível mais baixo em mais de quatro meses, em meio a especulações de intervenção cambial de autoridades americanas e japonesas.
O dólar cai 1,28% ante o iene a 153,730/US$. Aqui, a moeda cai à mínima de R$ 5,2689 (-0,33%) e os juros futuros acompanham.
Giro das 12h: Bolsas oscilam em semana de Super
Giro das 12h: Bolsas oscilam em semana de Super Quarta e balanços de big techs
O Ibovespa oscilou desde a abertura entre 179.543,03 e 177.694,22, enquanto NY sobe (Dow Jones +0,35%; S&P 500 +0,46% e Nasdaq +0,38%) no início de uma semana de decisões de política monetária na Super Quarta. Há pouco o índice voltava ao vermelho, em -0,13% (178.630,87), com perda de força dos bancos, e de Petrobras e Vale, em sessão de baixa de commodities. O Copom deve manter a Selic inalterada em 15% e o foco está nos sinais sobre o início de um ciclo de afrouxamento monetário, esperado para março. Nos EUA, o Fed também deve manter as taxas de juros onde estão (3,50%-3,75%) e os investidores também estarão atentos às perspectivas e comentários sobre a futura política de taxas, tendo como pano de fundo a escolha do próximo presidente do Fed, que pode ser anunciado nesta semana. Na política, os democratas ameaçam barrar pacote de US$ 1,2 trilhão caso inclua verbas adicionais para o Deptº de Segurança Interna. Além da geopolítica, os balanços corporativos são destaque, com Microsoft, Meta e Tesla. No câmbio, o DXY enfraquece a 96,998 (-0,62%), o nível mais baixo em mais de quatro meses, em meio a especulações de intervenção cambial de autoridades americanas e japonesas. O dólar cai 1,28% ante o iene a 153,730/US$. Aqui, a moeda cai à mínima de R$ 5,2689 (-0,33%) e os juros futuros acompanham. (Ana Katia)
++ FGV/IPC-S:
Inflação acelera em quatro das
++ FGV/IPC-S: Inflação acelera em quatro das sete capitais componentes do indicador da terceira quadrissemana de janeiro
++ IPC-S subiu 0,49%, acima do registrado na última divulgação, acumulando variação de 4,49% nos últimos 12 meses