++ Ibovespa faz nova máxima a 184.475,41 pontos
++ Ibovespa faz nova máxima a 184.475,41 pontos (+1,41%)
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Dólar e juros cedem na abertura, em dia de decisão de juros aqui e nos EUA, enquanto a moeda opera de forma mista ante divisas emergentes.
Há pouco o dólar estava perto da mínima a R$ 5,1789 (-0,53%), em mais uma sessão de entrada de capital estrangeiro.
O índice DXY se estabiliza a 96,177 pontos (-0,04%), enquanto os rendimentos da Note de 10 anos dos Treasuries sobem a 4,23%.
Fala de Trump de que não está preocupado com a recente desvalorização estressa a moeda, pressionada também pelo shutdown iminente e a política tarifária de volta à pauta.
O Copom vai manter a Selic em 15%, com voto de sete membros, e não nove, já que não foram indicados os substitutos de Diogo Guillen e Renato Gomes.
A expectativa é pelo comunicado, com o mercado apostando que o afrouxamento monetário só chega em março.
Antes do Copom, o Fed deve manter juros na faixa de 3,5% a 3,75% nos EUA, interrompendo o ciclo após três cortes consecutivos no ano passado.
As orientações sobre o momento do próximo corte de juros é o que mais importa, em meio ao emprego enfraquecido e a inflação acima da meta.
A maioria espera que um corte de 25pb ocorra em junho. O presidente Jerome Powell fala em seguida e pode abordar questões sobre pressão política e independência do BC.
Abertura: Dólar e juros caem antes de decisão do Fed e do Copom
Dólar e juros cedem na abertura, em dia de decisão de juros aqui e nos EUA, enquanto a moeda opera de forma mista ante divisas emergentes. Há pouco o dólar estava perto da mínima a R$ 5,1789 (-0,53%), em mais uma sessão de entrada de capital estrangeiro. O índice DXY se estabiliza a 96,177 pontos (-0,04%), enquanto os rendimentos da Note de 10 anos dos Treasuries sobem a 4,23%. Fala de Trump de que não está preocupado com a recente desvalorização estressa a moeda, pressionada também pelo shutdown iminente e a política tarifária de volta à pauta. O Copom vai manter a Selic em 15%, com voto de sete membros, e não nove, já que não foram indicados os substitutos de Diogo Guillen e Renato Gomes. A expectativa é pelo comunicado, com o mercado apostando que o afrouxamento monetário só chega em março. Antes do Copom, o Fed deve manter juros na faixa de 3,5% a 3,75% nos EUA, interrompendo o ciclo após três cortes consecutivos no ano passado. As orientações sobre o momento do próximo corte de juros é o que mais importa, em meio ao emprego enfraquecido e a inflação acima da meta. A maioria espera que um corte de 25pb ocorra em junho. O presidente Jerome Powell fala em seguida e pode abordar questões sobre pressão política e independência do BC. O Ibovespa sobe a 183.065,14 pontos (+0,63%). (Ana Katia)