++ Petróleo acentua os ganhos e contratos para m

++ Petróleo acentua os ganhos e contratos para março sobem quase 4%,, acima de US$ 65,5 o barril, o maior nível intradiário desde setembro e próximo do fechamento mais forte desde agosto

 ++ O WTI sobe a US$ 65,76 (+4,03%) e o brent, a US$ 70,97 (+3,76%)

++ O motivo é a ameaça dos EUA contra o Irã, com Trump alertando que se Teerã não concordar com um acordo nuclear, vai enfrentar ataques militares

++ Uma retaliação iraniana poderia ameaçar a navegação pelo Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para cargas de petróleo e GNL

Abertura: Dólar e juros caem após Copom dovish

Comitê afirmou que chegou a hora de calibrar o nível dos juros em sua próxima reunião

O dólar recua a R$ 5,1849 (-0,42%) e os juros cedem no dia seguinte ao Copom, que manteve a Selic nos 15%.

Pelo ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, disse ter chegado a hora de “calibrar o nível de juros”, “em sua próxima reunião” (março).

O mercado projeta um corte inicial de 50 pontos, em meio à projeção de inflação no centro da meta no horizonte relevante.

O diferencial de rendimento sustenta fluxos estrangeiros, enquanto o dólar no exterior segue se desvalorizando em meio à incerteza política em Washington.

A atenção se volta ao Caged, à tarde, enquanto nos EUA, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego vieram estáveis.

O DXY cai a 96,242 pontos (-0,21%), após ter se valorizado ontem na esteira de uma fala do secretário do Tesouro, Scott Bessent, sobre reafirmar a preferência dos EUA por uma moeda forte.

O Fed sinalizou uma longa espera antes de quaisquer novas reduções de juros e Powell ressaltou “amplo apoio” à decisão de pausa ontem.

O mercado segue precificando corte só em junho pelo FOMC. O presidente do BC também recomendou ao seu sucessor distância “de políticos”.

Abertura: Dólar e juros caem após Copom dovishO

Abertura: Dólar e juros caem após Copom dovish

O dólar recua a R$ 5,1849 (-0,42%) e os juros cedem no dia seguinte ao Copom, que manteve a Selic nos 15%. Pelo ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, disse ter chegado a hora de “calibrar o nível de juros”, “em sua próxima reunião” (março). O mercado projeta um corte inicial de 50 pontos,em meio à projeção de inflação no centro da meta no horizonte relevante. O diferencial de rendimento sustenta fluxos estrangeiros, enquanto o dólar no exterior segue se desvalorizando em meio à incerteza política em Washington. A atenção se volta ao Caged, à tarde, enquanto nos EUA, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego vieram estáveis. O DXY cai a 96,242 pontos (-0,21%), após ter se valorizado ontem na esteira de uma fala do secretário do Tesouro, Scott Bessent, sobre reafirmar a preferência dos EUA por uma moeda forte. O Fed sinalizou uma longa espera antes de quaisquer novas reduções de juros e Powell ressaltou “amplo apoio” à decisão de pausa ontem. O mercado segue precificando corte só em junho pelo FOMC. O presidente do BC também recomendou ao seu sucessor distância “de políticos”. O Ibovespa avança a 186.093,22 pontos (+0,76%). (Ana Katia)