Giro das 12h: Ibovespa cai limitado por Petrobras de olho na temporada de balanços, às vésperas da Super Quarta

O Ibovespa cede 0,33%, aos 190.122,94 pontos, limitado por alta moderada de Petrobras (ON +1,00% e PN +0,87%) no início de uma semana de balanços (Gerdau, que cede -0,83%, reporta lucros hoje; Vale, que perde -0,82%, amanhã) e de decisões de política monetária.

Na Super Quarta, o Copom deve cortar a Selic em 25 pb a despeito da deterioração do cenário de inflação, com o petróleo avançando 2,5% diante das incertezas sobre um acordo de paz no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue praticamente fechado, prolongando as interrupções na oferta.

Em NY, as ações operam em queda (Dow Jones -0,23%; S&P 500 -0,07% e Nasdaq -0,23%), antes de dados e balanços da big techs na 4ªF e na 5ªF.

O Fed deve manter as taxas inalteradas na conclusão de sua reunião na 4ªF, enquanto os investidores aguardam confirmação de Kevin Warsh como presidente do Fed.

O dólar enfraqueceu globalmente mas os rendimentos sobem. Há pouco a moeda americana perdia 0,59%, a R$ 4,9688, e o DXY caía 0,24% (98,292).

Giro das 12h: Ibovespa cai limitado por Petrobra

Giro das 12h: Ibovespa cai limitado por Petrobras de olho na temporada de balanços, às vésperas da Super Quarta

O Ibovespa cede 0,33%, aos 190.122,94 pontos, limitado por alta moderada de Petrobras (ON +1,00% e PN +0,87%) no início de uma semana de balanços (Gerdau, que cede -0,83%, reporta lucros hoje; Vale, que perde -0,82%, amanhã) e de decisões de política monetária. Na Super Quarta, o Copom deve cortar a Selic em 25 pb a despeito da deterioração do cenário de inflação, com o petróleo avançando 2,5% diante das incertezas sobre um acordo de paz no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue praticamente fechado, prolongando as interrupções na oferta. Em NY, as ações operam em queda (Dow Jones -0,23%; S&P 500 -0,07% e Nasdaq -0,23%), antes de dados e balanços da big techs na 4ªF e na 5ªF. O Fed deve manter as taxas inalteradas na conclusão de sua reunião na 4ªF, enquanto os investidores aguardam confirmação de Kevin Warsh como presidente do Fed. O dólar enfraqueceu globalmente mas os rendimentos sobem. Há pouco a moeda americana perdia 0,59%, a R$ 4,9688, e o DXY caía 0,24% (98,292). (Ana Katia)

Abertura: Dólar cai e juros sobem com guerra e BCs no foco

O dólar americano cai globalmente por incerteza sobre um acordo no Oriente Médio em uma semana de reuniões de BCs.

Depois da frustração com a falta de negociações no fim de semana, a notícia é de que o Irã propôs reabrir Ormuz e adiar o acordo nuclear, que é ponto principal de discórdia.

O petróleo sobe em torno de 1,50%, o DXY cai 0,29% (98,246) e os rendimentos dos Treasuries sobem antes de uma venda de títulos de 5 anos.

Aqui, a moeda perde 0,58% , a R$ 4,9692, enquanto os juros futuros sobem com a possibilidade de um choque inflacionário provocado pela guerra.

Mais cedo, o Focus trouxe aumento nas expectativas de inflação nos próximos anos, com 2026 a 4,86%, de 4,80% e 2027 a 4%, de 3,99%.

Ainda assim, a expectativa é por um novo corte na Selic pelo Copom na 4ªF, a 14,50%, de 14,75%, já que o BC vem defendendo que a a gordura acumulada pelos juros altos favoreceu o início dos cortes da Selic mesmo nesse cenário. Para o Fed, a expectativa é de manutenção dos juros e de comunicar taxas inalteradas por mais tempo.

Também estão previstos para a semana uma série de dados importantes, entre eles os de inflação aqui e nos EUA, além dos balanços das big techs americanas. O Ibovespa sobe 0,08%, a 190.902,64.