++ ANP: produção de petróleo do Brasil atingiu 4
++ ANP: produção de petróleo do Brasil atingiu 4,247 milhões de barris por dia em março, alta de 17,3% em relação a março de 2025
++ Produção nacional de gás natural totalizou 204,11 milhões de metros cúbicos por dia, alta de 23,3% na comparação anual
++ Em petróleo e gás natural, a produção total foi de 5,531 milhões de barris de óleo equivalente por dia em março
Giro das 12h: Ibovespa recua com Oriente Médio e
Giro das 12h: Ibovespa recua com Oriente Médio elevando aversão ao risco
A situação no Estreito de Ormuz deixa os mercados acionários de lado nesta 2ªF e apoia alta do dólar ante a maioria das moedas emergentes e pares. O petróleo chegou a subir 5% antes de reduzir ganhos (+3,54% o brent/julho) após relatos de que dois mísseis atingiram um navio de guerra americano, embora a informação tenha sido negada pelos EUA. As informações são desencontradas sobre o trânsito pela rota e, nesse cenário, persistem os temores de que um choque energético desencadeie inflação global. O Ibovespa cai 0,22% (186.907,56) e nem mesmo a Petrobras (ON -0,71%; PN +0,02% ) sobe. Em NY, as bolsas estão mistas. Dow Jones cai 0,48%, mas S&P 500 é estável a -0,01%, e Nasdaq sobe 0,21%, revertendo as perdas a despeito da alta dos rendimentos dos Treasuries. No câmbio, o DXY sobe a 98,333 (+0,18%) e aqui a moeda se estabiliza a R$ 4,9515 (-0,02%). Os juros futuros sobem. A semana promete discursos de autoridades do Fed e uma série de dados de trabalho, incluindo o payroll, cuja expectativa de 60 mil empregos em abril marcaria forte desaceleração dos 178 mil de março. Aqui, ata do Copom, amanhã, pode consolidar a leitura mais cautelosa diante da inflação pressionada e da incerteza global. (Ana Katia)
++ Guarda Revolucionária Islâmica: Nenhum navio
++ Guarda Revolucionária Islâmica: Nenhum navio comercial ou petroleiro transitou pelo Estreito de Ormuz nas últimas horas (Tasnim)