++ ⚠️ Emirados Árabes Unidos: Incêndio atinge in

++ ⚠️ Emirados Árabes Unidos: Incêndio atinge instalações industriais de petróleo após ataque de drone proveniente do Irã

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++ ⚠️ Investidores estrangeiros retiram R$ 1,9 bilhão da B3 em 29/04 (4ªF), reduzindo o saldo de abril a R$ 4,9 bi e do acumulado do ano a R$ 58,2 bi

Giro das 12h: Ibovespa recua com Oriente Médio elevando aversão ao risco

A situação no Estreito de Ormuz deixa os mercados acionários de lado nesta 2ª feira e apoia a alta do dólar ante a maioria das moedas emergentes e pares.

O petróleo chegou a subir 5% antes de reduzir ganhos (+3,54% o Brent/julho) após relatos de que dois mísseis atingiram um navio de guerra norte-americano, embora a informação tenha sido negada pelos EUA.

As informações são desencontradas sobre o trânsito pela rota e, nesse cenário, persistem os temores de que um choque energético desencadeie inflação global.

O Ibovespa cai 0,22% (186.907,56) e nem mesmo as ações da Petrobras (ON -0,71%; PN +0,02%) sobem.

Em NY, as bolsas estão mistas. Dow Jones cai 0,48%, mas S&P 500 é estável a -0,01%, e Nasdaq sobe 0,21%, revertendo as perdas a despeito da alta dos rendimentos dos Treasuries.

No câmbio, o DXY sobe a 98,333 (+0,18%) e aqui a moeda se estabiliza a R$ 4,9515 (-0,02%). Os juros futuros sobem.

A semana promete discursos de autoridades do Fed e uma série de dados de trabalho.

Dentre eles está o payroll, cuja expectativa de 60 mil empregos em abril marcaria forte desaceleração em relação aos 178 mil de março.

Aqui, ata do Copom, amanhã, pode consolidar a leitura mais cautelosa diante da inflação pressionada e da incerteza global.