Giro das 12h: Ibovespa cai com fraqueza de Vale e outras ações de peso

O Ibovespa caiu 1,96%, a 184.087,86, sob pressão de Vale, Petrobras e bancos, em um movimento de continuidade da aversão ao risco da véspera.

A mineradora recua 2,97% após registrar um prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no 4TRI.

Os papéis da Petrobras caem (ON: -0,90% e PN: -1,35%), com o petróleo avaliando excedente e ambiente menos tenso entre EUA e Irã.

Bancos também operam no vermelho: Itaú -3,11%; Bradesco PN -3,44%; BB -5,07%.

Em NY, as bolsas moderam a baixa de ontem (Dow Jones -0,15%; S&P 500 -0,08% e Nasdaq -0,46%), após os futuros apontarem estabilidade logo após a divulgação da inflação dos EUA.

Dado mais importante do dia, o CPI deu sinais de esfriamento, o que animou os mercados a respeito da flexibilização monetária à frente, sem que isso possa ocorrer antes de junho.

No câmbio, o dólar perdeu força (DXY a 96,971, +0,05%) e os rendimentos dos Treasuries recuaram após os números.

Aqui, a moeda chegou a fazer mínima de R$ 5,2045 antes de voltar a subir a R$ 5,2415 (+0,79%).

Os juros futuros seguem estáveis com viés de baixa.

Mais cedo, as vendas do varejo (IGBE) vieram mais fracas e o IGP-10 teve sua maior queda em sete meses.

++ Estrangeiros aportam R$ 2,4 bilhões na B3 em

++ Estrangeiros aportam R$ 2,4 bilhões na B3 em 11/2, acumulando superávit mensal em R$ 7,2 bilhões e saldo de R$ 33,5 bilhões em 2026

Giro das 12h: Ibovespa cai com fraqueza de Vale

Giro das 12h: Ibovespa cai com fraqueza de Vale e outras ações de peso

O Ibovespa caiu 1,96%, a 184.087,86, sob pressão de Vale, Petrobras e bancos, em um movimento de continuidade da aversão ao risco da véspera. A mineradora recua -2,97% após registrar um prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no 4Tri , enquanto a Petrobras cai -0,90% (ON) e -1,35% (PN), com o petróleo avaliando excedente e ambiente menos tenso entre EUA e Irã. Os bancos também cedem: Itaú -3,11%; Bradesco PN -3,44%; BB -5,07%. Em NY, as bolsas moderam a baixa de ontem (Dow Jones -0,15%; S&P 500 -0,08% e Nasdaq -0,46%), após os futuros apontarem estabilidade logo após a divulgação da inflação dos EUA. Dado mais importante do dia, o CPI deu sinais de esfriamento, o que animou os mercados a respeito da flexibilização monetária à frente, sem que isso possa ocorrer antes de junho. No câmbio, o dólar perdeu força (DXY a 96,971, +0,05%) e os rendimentos dos Treasuries recuaram após os números. Aqui, a moeda chegou a fazer mínima de R$ 5,2045 antes de voltar a subir a R$ 5,2415 (+0,79%). Os juros futuros seguem estáveis com viés de baixa. Mais cedo, as vendas do varejo (IGBE) vieram mais fracas e o IGP-10 teve sua maior queda em sete meses. (Ana Katia)