++ México/Sheinbaum: Nenhum acordo foi assinado

++ México/Sheinbaum: Nenhum acordo foi assinado com os EUA sobre minerais críticos, mas concordamos com os EUA em iniciar discussões

Giro das 12h: Ibovespa avança em sessão de agend


Giro das 12h: Ibovespa avança em sessão de agenda fraca e balanços à frente

O Ibovespa sobe 183.746,26 (+0,44%), em sessão de agenda esvaziada e semana de balanços que inclui BB Seguridade (+0,13%), BB (+0,49%) e Suzano (+0,88%). Petrobras (ON +046% e PN +0,33%) ganha força com petróleo e Vale (+0,61%) opera na contramão do minério, enquanto bancos estão mistos (Bradesco PN -0,39% e Itaú +1,54%). NY oscila desde a abertura (Dow Jones -0,43%; S&P 500 -0,15% e Nasdaq -0,03) %no aguardo de dados importantes e adiados pela paralisação parcial do governo americano. O payroll na 4ªF é o mais importante, após sinais recentes de enfraquecimento do mercado de trabalho, mas os próximos dias também preveem inflação e varejo americano. A expectativa por novos catalisadores para a trajetória dos juros americanos enfraquece o dólar ante pares e emergentes. O DXY cai a 96,930 (-0,72%) e aqui a moeda cede a R$ 5,1930 (-0,52%) e os juros acompanham, enquanto a ponta mais curta exibe leve alta. Mais cedo, Gabriel Galípolo, em evento da ABBC, disse que a palavra atual para o BC é “calibragem”, e afirmou que ainda não chegou a “volta da vitória”. O presidente do BC também defendeu a forma como a instituição conduziu a liquidação do Banco Master. (Ana Katia)

Abertura: Dólar cai com exterior e juros acompanham, enquanto taxa mais curta sobe

Dólar cede contra o real, a R$ 5,2077 (-0,24%), em linha com o movimento no exterior.

Já os juros futuros recuam na contramão dos rendimentos dos Treasuries, sendo que as taxas mais curtas passaram a subir.

O mercado acompanha fala de Galípolo em evento da ABBC. O presidente do BC classificou o atual momento como de “calibragem” e considerou que expectativas e desancoragem ainda incomodam.

O DXY cede 0,63% (97,022) com o dólar perdendo 0,88% ante o iene, a 155,861/US$ após a vitória eleitoral da primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi.

O mercado reagiu com alta forte no mercado acionário japonês, enquanto as preocupações com o fiscal elevaram os rendimentos dos títulos.

A China aconselhou instituições financeiras a reduzirem suas participações em títulos do Tesouro dos EUA, citando preocupações com os riscos de concentração e a volatilidade do mercado.

A semana tem vários dados importantes nos EUA, como varejo, inflação e o payroll, que podem calibrar as apostas sobre a flexibilização da política monetária do Fed em 2025.

Aqui, o Focus pouco alterou hoje as projeções do IPCA, sendo que a deste ano foi reduzida de 4,06% para 3,99%.

O IPC-S da primeira quadrissemana subiu 0,59%, e o acumulado em 12 meses passou de 4,60% para 3,98%.