FICOU PRO VERÃO. O recorde para a folha de pagam
FICOU PRO VERÃO. O recorde para a folha de pagamento de janeiro, em 130 mil, adiou apostas de corte de juros pelo Fed para junho, depois de o mercado enxergar nos números fracos do mercado de trabalho da semana passada alguma chance de que a flexibilização poderia acontecer mais cedo. Apostas em manutenção de juro em abril subiram a 80%, de 58% antes do dado; em março, voltaram ao patamar dos 90% (94%), de 78% antes da divulgação. Em junho, as apostas seguem no patamar dos 49% e a chance de corte em julho subiram a 46%, de 39%. O dólar se fortaleceu após o dado e os títulos do Tesouro americano enfraqueceram, com os rendimentos subindo em toda a curva. A revisão anual de metas dos EUA subtraiu 862 mil empregos, ante estimativa de -825 mil, enquanto a melhoria dos salários aponta para manutenção do consumo (0,4%, de 0,1%, acima do consenso de 0,3%). A taxa de desemprego caiu a 4,3%, de 4,4% antes, ante consenso de estabilidade. (Ana Katia)