++ Fed/Collins: Choque energético cria riscos de

++ Fed/Collins: Choque energético cria riscos de queda no crescimento e riscos de alta na inflação

++ A persistência da inflação torna mais difícil ignorar o choque energético.

++ Um fim rápido da guerra significaria uma demanda resiliente e algum aumento no desemprego

++ Guerra prolongada no Oriente Médio cria escolhas políticas desafiadoras; espero que a economia permita mais cortes de juros ainda este ano

++ Fed/Collins: É essencial que o Fed faça o que

++ Fed/Collins: É essencial que o Fed faça o que for necessário para levar a inflação a 2%.

++ É possível que o banco central dos EUA precise aumentar as taxas de juros para conter as pressões inflacionárias

++ Prevejo que o Fed precisará manter uma política restritiva por algum tempo.

++ Neste momento, a política do Fed está bem posicionada para lidar com os riscos

Giro das 12h: Ibovespa retoma os 180 mil pontos com bancos e Vale


Após mínima de 178.734,42, o Ibovespa retoma o nível dos 180 mil pontos (180356,42), estável em +0,01%, com ajuda de Vale (+1,80%) e bancos (Itaú +1,53%, Bradesco PN +1,56%).

Já os papéis da Petrobras registram perdas (ON -0,74%; PN -1,05%) em dia de petróleo instável.

O WTI subia 0,61% há pouco, na esteira da queda nos estoques, e o Brent caía 0,40%.

Em NY, as perspectivas para o setor tecnológico apoiam o Nasdaq (+0,63%) e o S&P 500 (+0,17%), enquanto o Dow Jones cai 0,55%.

A inflação ao produtor norte-americano veio acima do previsto, refletindo o efeito da guerra sobre os preços para além dos custos de combustível.

Um dia antes, dados mostraram que tanto a medida cheia quanto o núcleo da inflação ao consumidor avançaram mais do que o esperado.

O impasse no Oriente Médio segue afetando o sentimento do mercado e hoje divide o foco do investidor com a cúpula entre EUA e China.

O DXY se fortalece 0,22% (98,511), em meio às apostas de que o Fed manterá juros elevados por mais tempo, com chances de alta este ano.

Os rendimentos dos Treasuries também sobem.

Aqui, dólar e juros avançam, com a moeda a R$ 4,9103 (+0,30%), em meio à percepção de menos espaço para cortar a Selic após o IPCA de ontem.

Hoje, o varejo superou expectativas de estabilidade e, mais cedo, pesquisa mostrou melhora na aprovação de Lula e no desempenho contra Flavio Bolsonaro.