Giro das 12h: Ibovespa se recupera com bancos e
Giro das 12h: Ibovespa se recupera com bancos e Petrobras; dólar e juros corrigem estresse de ontem
O Ibovespa sobe 1,01% (178.895,80), com Petrobras (ON +0,71%; PN +1,01%) se descolando do petróleo instável e os bancos (Itaú +2,27%; Bradesco PN +2,04%) se recuperando das perdas desencadeadas por notícia de ligações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que estressaram o mercado na véspera. Dólar e juros também corrigem a reação de ontem, com a moeda caindo a R$ 4,9806 (-0,56%) e os juros futuros cedendo cerca de 10 pontos a partir de Jan/27, alinhados aos rendimentos dos Treasuries. O DXY sobe apenas levemente, +0,08% (98,607). O impasse no Irã continua, mas a atenção nesta manhã esteve mais voltada à cúpula em Pequim. Segundo a Casa Branca, Xi mostrou interesse em comprar mais petróleo americano e deixou clara a oposição da China à militarização do Estreito e à cobrança de pedágio, mas a mídia estatal chinesa não fez menção a respeito disso nos resumos da reunião. A visita foi descrita pela China como “histórica”. Pouco depois do encontro veio a notícia de que Washington havia autorizado venda de chips de IA H200 da Nvidia (+3,92%) para empresas chinesas. Dow Jones sobe +0,72%; S&P 500 +0,67% e Nasdaq +0,83%. Mais cedo, alta nas vendas no varejo americano reforçou a visão hawkish do Fed. (Ana Katia)
Abertura: Dólar e juros corrigem excessos em sessão de queda do petróleo
Dólar e juros corrigem os excessos da véspera, após o real tombar 2,4% ontem e as taxas subirem 30pb na ponta mais longa.
Esses movimentos foram resultado da notícia envolvendo Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro.
As informações têm potencial de afetar as eleições presidenciais em um momento de recuperação dos números de Lula em pesquisa e do anúncio do governo de medidas de estímulo.
Há pouco, frente ao real, a moeda norte-americana caía 0,58%, a R$ 4,9796.
A queda do petróleo também ajuda.
Os contratos de referência da commodity recuam nesta manhã, mantendo-se acima dos US$ 100 o barril.
Há relatos de que 30 embarcações cruzaram o Estreito de Ormuz, com esperanças de que a China use sua influência sobre o Irã.
Os EUA negam que precisem da China para pôr fim ao conflito, mas o tema esteve na mesa da cúpula entre Trump e Xi.
O índice DXY se estabilizava, com viés de alta há pouco (+0,07%), aos 98,594 pontos, acompanhando a reunião em Pequim, muito elogiada por Trump e Xi, enquanto os rendimentos cedem levemente.
Ontem, Kevin Warsh foi confirmado presidente do Fed em um cenário de pressão sobre os preços que aciona incerteza sobre os cortes de juros exigidos por Trump.
Abertura: Dólar e juros corrigem excessos em ses
Abertura: Dólar e juros corrigem excessos em sessão de queda do petróleo
Dólar e juros corrigem os excessos da véspera, após o real tombar 2,4% ontem e as taxas subirem 30pb na ponta mais longa, com a notícia unindo Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro, que tem potencial de afetar as eleições presidenciais em um momento de recuperação dos números de Lula em pesquisa e anúncio do governo de medidas de estímulo. Há pouco, frente o real, a moeda caía 0,58%, a R$ 4,9796. A queda do petróleo também ajuda. Os contratos de referência recuam nesta manhã, mantendo-se acima dos US$ 100 o barril, em meio a relatos de que 30 embarcações cruzaram o Estreito de Ormuz e esperanças de que a China use sua influência sobre o Irã. Os EUA negam que precisem da China para pôr fim ao conflito, mas o tema esteve na mesa da cúpula entre Trump e Xi. O índice DXY se estabiliza, com viés de alta há pouco (+0,07%), aos 98,594 pontos, acompanhando a reunião em Pequim, muito elogiada por Trump e Xi, enquanto os rendimentos cedem levemente. Ontem, Kevin Warsh foi confirmado presidente do Fed em um cenário de pressão sobre os preços que aciona incerteza sobre os cortes de juros exigidos por Trump. O Ibovespa sobe a 178.489,13 pontos (+0,79%). (Ana Katia)