Abertura: Dólar e juros sobem com aversão global ao risco


O real deixa de se beneficiar da alta do petróleo em torno dos 3%, enquanto os juros sobem em toda a curva, em um combo de risco doméstico e externo.

Há pouco, a moeda norte-americana subia a R$ 5,0567 (+1,41%), acompanhando desempenho do dólar ante pares e emergentes.

O caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mantém o estresse antes da divulgação de uma nova pesquisa eleitoral.

O DXY avança 0,41%, atingindo o nível dos 99 pontos (99,220), enquanto os mercados de títulos veem uma onda de vendas global.

O impasse no Oriente Médio segue pesando. Da cúpula em Pequim não saiu nenhuma notícia de compromisso chinês em relação ao Irã.

A falta de perspectiva sobre o fim da guerra se junta a uma inflação persistente, reforçando postura hawkish do Fed em momento de mudança no comando do BC dos EUA.

Os rendimentos do T-bond com vencimento em 30 anos bateram o maior patamar em 1 ano, a 5,1%. O Ibovespa cai a 176.045,53 pontos (-1,30%).

Abertura: Dólar e juros sobem com aversão global

Abertura: Dólar e juros sobem com aversão global ao risco

O real deixa de se beneficiar da alta do petróleo em torno dos 3%, enquanto os juros sobem em toda a curva em um combo de risco doméstico e externo. Há pouco a moeda americana subia a R$ 5,0567 (+1,41%), acompanhando desempenho do dólar ante pares e emergentes. O caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mantém estresse antes da divulgação de uma nova pesquisa eleitoral. O DXY avança 0,41%, atingindo o nível dos 99 pontos (99,220), enquanto os mercados de títulos veem uma onda de vendas global. O impasse no Oriente Médio segue pesando. Da cúpula em Pequim não saiu nenhuma notícia de compromisso chinês em relação ao Irã. A falta de perspectiva sobre o fim da guerra se junta a uma inflação persistente, reforçando postura hawkish do Fed em momento de mudança no comando do BC. Os rendimentos do T-bond com vencimento em 30 anos bateram o maior patamar em 1 ano, a 5,1%. O Ibovespa cai a 176.045,53 pontos (-1,30%). (Ana Katia)

++ EUA/Wright: Acredito que a China será uma com

++ EUA/Wright: Acredito que a China será uma compradora maior de petróleo bruto dos EUA, veremos um crescimento (CNBC)

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++ Wright também afirmou que não faz sentido os EUA suspenderem as exportações de diesel; “manteremos o fluxo de exportações de diesel”