VAI TER CORTE. Os futuros de NY passaram a indic

VAI TER CORTE. Os futuros de NY passaram a indicar abertura em alta e os rendimentos dos Treasuries, a cair enquanto o dólar perdeu força ante pares (DXY 96,956,+0,03%) e emergentes após os dados de inflação americana. Os indicadores não mudaram as apostas majoritárias de início de corte em junho, mas deram seu aval à flexibilização este ano pelo Fed, que pode,cortar até três vezes já que a inflação aponta para a meta do BC de 2%. A medida cheia veio um pouco abaixo do previsto (0,2%, de 0,3%), sendo que a leitura anual, a 2,4%, ficou no menor nível desde maio passado. Já o núcleo subiu dentro do consenso, marcando o ritmo mais lento desde março de 2021. No CME, há um leve aumento a 28,1%, de 23,9% ontem, por afrouxamento monetário em abril. Para junho, 51,0%, de 48,9% há 24h. (Ana Katia)

Abertura: Dólar sobe e juros cedem antes do CPI dos EUA

O dado de inflação americana é aguardado pelos investidores, com potencial de esclarecer se o Fed cortaria as taxas de juros este ano, apesar de um mercado de trabalho saudável. 

A leitura do CPI de janeiro é esperada para as 10h30 e deve mostrar estabilização na comparação mês a mês (+0,3% tanto na medida cheia quanto no núcleo).

Inflação deve desacelerar na base anual a 2,5%, seguindo acima da meta de 2%.

No CME, as apostas são de manutenção da taxa de juros pelo FOMC em março e abril e início do corte na reunião de junho (49,5%).

Contra o real, o dólar sobe a R$ 5,2205 (+0,39%) e os juros cedem levemente, após queda no varejo.

 O DXY ganha 0,10%, a 97,022 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos.

Abertura: Dólar sobe e juros cedem antes do CPI

Abertura: Dólar sobe e juros cedem antes do CPI dos EUA

O dado de inflação americana é aguardado pelos investidores, com potencial de esclarecer se o Fed cortaria as taxas de juros este ano, apesar de um mercado de trabalho saudável. A leitura do CPI de janeiro é esperada para as 10h30 e deve mostrar estabilização na comparação mês a mês (+0,3% tanto na medida cheia quanto no núcleo) e desacelerar na base anual a 2,5%, seguindo acima da meta de 2%. No CME, as apostas são de manutenção da taxa de juros pelo FOMC em março e abril e início do corte na reunião de junho (49,5%). Contra o real, o dólar sobe a R$ 5,2205 (+0,39%) e os juros cedem levemente, após queda no varejo. O DXY ganha 0,10%,a 97,022 pontos, e os rendimentos dos Treasuries estão mistos.O Ibovespa cai a 185.301,51 (-1,31%). (Ana Katia)