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++ Trump: Estou empenhado em alcançar uma Gaza devidamente governada. Não creio que seja necessário enviar soldados para luta

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++ Trump: Temos trabalho a fazer com o Irã; eles não podem ter armas nucleares

++ Saberemos algo sobre o Irã em cerca de 10 dias

Giro das 12h: Ibovespa sobe com bancos e Petrobras; NY reflete geopolítica e Fed

O Ibovespa sobe a 186.693,08 (+0,36%) apoiado por Petrobras (ON +1,49%; PN +1,24%), que segue a escalada do petróleo por aumento das tensões entre EUA e Irã.

Já os bancos (Itaú +0,44%; Bradesco PN +0,38%) refletem expectativa de corte da Selic em março.

Mais cedo, o indicador do PIB, IBC-Br apontou recuo de 0,20% em dezembro, revertendo alta de novembro.

O dólar sobe de forma generalizada contra pares e emergentes, mas aqui cede a R$ 5,2308 (-0,19%).

Os juros futuros oscilaram pela manhã e agora sobem dos médios em diante, em linha com os rendimentos dos Treasuries.

O DXY alcança a marca dos 98 pontos (98,017), em alta de 0,32%.

O tom mais agressivo do Fed baixou as chances de mais cortes nas taxas em 2026, em meio às preocupações com a inflação em um cenário de mercado de trabalho mais fraco, porém estável.

Ata também mostrou que o comitê está dividido sobre a flexibilização. Amanhã saem PCE e PIB norte-americano.

Hoje, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram 23 mil, a 206 mil, abaixo do esperado (225 mil), voltando aos níveis do início de 2025, o que corrobora o pensamento do Fed. 

Os investidores ainda consideram dois cortes de 25 pb antes do ano terminar.

Em NY, as bolsas cedem (Dow Jones -0,26%; S&P 500 -0,12% e Nasdaq -0,31%), com a perspectiva para as taxas e as big techs reduzindo ganhos.