Giro das 12h: Ibovespa sobe com Petrobras e bancos, descolado da aversão ao risco global
Após fazer mínima de 168.495,17, o Ibovespa se recupera (+0,46%), acima de 170 mil pontos (171.152,01).
O índice conta com o apoio de bancos (Itaú +0,93%; Bradesco PN +0,96%) e Petrobras (ON +0,78%; PN +0,54%), enquanto Vale (-1,98%) pesa, em meio a uma disputa interna.
O índice se descola da aversão ao risco que toma o setor de tecnologia nos mercados globais e que derrubou o sul-coreano Kospi em 10%.
A ata do Copom, divulgada mais cedo, não sinalizou o que acontecerá na reunião de agosto.
O documento reforçou a desancoragem adicional das expectativas de inflação, em particular para 2028, e os riscos inflacionários altistas.
O comitê argumentou que levar a inflação para 3% já no fim de 2027 exigiria movimentos agressivos.
Além disso, passou a considerar trajetórias mais próximas das expectativas do mercado, que levariam a inflação à meta em 2028.
Os juros futuros subiram na abertura em reação à Ata e agora cedem, em linha com os rendimentos dos Treasuries.
O dólar sobe globalmente com o DXY avançando aos 101,344 pontos (+0,32%) e, frente ao real, a moeda sobe a R$ 5,1754 (+0,66%).
Em NY, IA e fabricantes de chips derrubam o S&P 500 (-1,17%) e o Nasdaq (-1,73%), por dúvidas sobre avaliações.
O Dow Jones se estabiliza, após o PMI da S&P Global subir a 52,2 em junho, ante 51,5 em maio, o maior nível em cinco meses.
Giro das 12h: Ibovespa sobe com Petrobras e banc
Giro das 12h: Ibovespa sobe com Petrobras e bancos, descolado da aversão ao risco global
Após fazer mínima de 168.495,17, o Ibovespa se recupera (+0,46%), acima de 170 mil pontos (171.152,01)%, com apoio de bancos (Itaú +0,93%; Bradesco PN +0,96%) e Petrobras (ON +0,78%; PN +0,54%), enquanto Vale (-1,98%) pesa, em meio a uma disputa interna. O índice se descola da aversão ao risco que toma o setor de tecnologia nos mercados globais e que derrubou o sul-coreano Kospi em 10%. Ata do Copom, mais cedo, não sinalizou o que acontecerá na reunião de agosto, reforçou a desancoragem adicional das expectativas de inflação, em particular para 2028, e os riscos inflacionários altistas. O comitê argumentou que levar a inflação para 3% já no fim de 2027 exigiria movimentos agressivos e que passou a considerar trajetórias mais próximas das expectativas do mercado, que levariam a inflação à meta em 2028. Os juros futuros subiram na abertura em reação à Ata e agora cedem, em linha com os rendimentos dos Treasuries. O dólar sobe globalmente com o DXY avançando aos 101,344 pontos (+0,32%) e, frente o real, a moeda sobe a R$ 5,1754 (+0,66%), Em NY, IA e fabricantes de chips derrubam o S&P 500 (-1,17%) e o Nasdaq (-1,73%), por dúvidas sobre avaliações. Dow Jones se estabiliza, após o PMI da S&P Global subir a 52,2 em junho, ante 51,5 em maio, o maior nível em cinco meses. (Ana Katia)
++ Irã nega ter iniciado discussões sobre progra
++ Irã nega ter iniciado discussões sobre programa nuclear nas negociações e afirmou que não concordou em convidar novamente os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica
++ Irã afirma que decidirá sozinho sobre o uso de seus ativos
++ Porta-voz de Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou que autoridades iranianas não se reuniram com o chefe da AIEA na Suíça e que não têm planos para que a agência nuclear da ONU inspecione as instalações
++ “O Irã é o único país que pode decidir o que fazer com seus ativos, que serão descongelados; rejeito qualquer alegação de que outro país teria influência nessas decisões ou processos”, disse o embaixador Ali Bahreini