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Ouça o Diário Econômico desta 4ªF, 25/02, com a economista-chefe do PicPay Ariane Benedito

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a melhora do apetite por risco global após os EUA aplicarem tarifas de 10%, abaixo do esperado, reduzindo prêmios e fortalecendo apostas de cortes de juros pelo Federal Reserve no 2º semestre. As bolsas em Nova York avançaram enquanto o petróleo recuou em meio à volatilidade geopolítica. No Brasil, o Ibovespa renovou máxima histórica aos 191 mil pontos, acumulando alta de 18,85% em 2026. O dólar caiu 0,26%, para R$ 5,15, com recuo superior a 6% no ano, apoiado por forte fluxo estrangeiro. A agenda de hoje traz crédito bancário e sondagem industrial no Brasil, além do CPI da Zona do Euro e o PIB da Alemanha.

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✍🏼 Manchetes desta 4ªF, 25/02/2026 ▪️ VALOR:

✍🏼 Manchetes desta 4ªF, 25/02/2026

▪️ VALOR: Fundos de participação em empresas investem R$ 50 bi em 2025, em 89 operações

▪️ GLOBO: STF e Congresso vão criar regra de transição para ‘penduricalhos’

▪️ FOLHA: Chuvas em MG deixam 30 mortos, 39 desaparecidos e devastação

▪️ ESTADÃO: Após novo veto a penduricalhos, STF e Congresso vão criar regra

Giro das 12h: Ibovespa tem apoio de Petrobras para subir acima dos 190 mil pontos

O Ibovespa sobe 0,83% (190.423,22), com alta de Petrobras (ON +1,51%; PN +1,63%), que acompanha os ganhos do petróleo bruto, de olho nas negociações entre EUA e Irã.

O desempenho é melhor que o de NY (Dow Jones +0,50%; S&P 500 +0,16% e Nasdaq +0,38%), onde as bolsas reduziram pressão vendedora da 6ª feira.

Nvidia (-1,04%) cai antes do balanço e leva outras fabricantes de chips.

O dólar sobe ante pares, com o DXY aos 97,938 pontos (+0,24%) e os rendimento dos títulos de 10 anos dos Treasuries ficam próximo da mínima de 3 meses (4,03%).

Isso acontece em meio à renovada incerteza na política comercial, após o governo dos EUA reintroduzir tarifas em resposta à decisão da Suprema Corte de derrubar a taxação baseada na IEEPA.

Os mercados adiaram as apostas em um corte de juros pelo Fed.

Aqui, a moeda americana oscila mais perto da estabilidade, a R$ 5,1725 (+0,08%), em linha com emergentes. Os juros futuros cedem em toda a curva.