++ EUA/Greer reitera as alternativas às tarifas

++ EUA/Greer reitera as alternativas às tarifas previstas nas seções 122, 301 e 232; “Estive em contato com parceiros comerciais para explicar como as tarifas substitutivas se encaixam nos acordos comerciais” (entrevista à FBN)

++ “Vamos ver se os acordos atuais serão modificados”

++ Tarifas subirão para 15% para alguns

++ A legislação comercial sobre discriminação contra os EUA pode ser útil em algumas situações

++ OPEP+ deverá considerar, em reunião de 1º de

++ OPEP+ deverá considerar, em reunião de 1º de março, aumento da produção de petróleo em 137 mil barris por dia para abril

Abertura: Dólar cai com exterior e juros estende

Abertura: Dólar cai com exterior e juros estendem baixa após pesquisa eleitoral

O dólar cai a R$ 5,1312 (-0,47%), em linha com a fraqueza no exterior ante emergentes e alguns pares, enquanto os juros futuros pegam a contramão das taxas dos Treasuries, acompanhando a moeda e estendendo a baixa da véspera, após empate de Lula e Flavio Bolsonaro na pesquisa da Atlas publicada hoje. Os rendimentos dos Treasuries sobem, reduzidas as chances de mais cortes de juros pelo Fed. O DXY se estabiliza a 97,883 (+0,04%), com o euro subindo +0,12% após PIB alemão crescer 0,3% no 4Tri e a inflação anual na Zona Euro (1,7% em janeiro) marcar o seu nível mais baixo desde setembro de 2024. O dólar avança ante o iene, a 156,616/US$ (+0,51%), com a premiê Sanae Takaichi preocupada com novos aumentos nas taxas de juros. O dólar tem oscilado com a nova tarifa global de 10% imposta por Trump. As atenções se voltam aos resultados da Nvidia, previstos para depois do pregão, dada a atual inquietação em torno das altas avaliações no setor de IA. O Ibovespa sobe a 192.111,40 (+0,32%). (Ana Katia)