++ ⚠️ Galípolo: Economia global enfrentou quatro
++ ⚠️ Galípolo: Economia global enfrentou quatro grandes choques nos últimos seis anos; a cada um deles, o nível de preços sobe um degrau bastante elevado, a gente viu o nível de preço subir, e, com isso, o custo de vida
++ Brasil se apresentou com uma economia relativamente mais bem posicionada nos últimos dois choques (Tarifaço e Irã)
++ Percepção era que que governo Trump seria “pró-mercado” e Brasil, por ter menos ligações com a economia americana, se beneficiaria menos do contexto; com o tarifaço, desvantagem se transformou em vantagem
++ Por ter parceiros comerciais mais diversificados, economia mais impulsionada por consumo doméstico fez com que a economia brasileira fosse vista como mais protegida
Presidente do BC participou remotamente do painel “Os rumos da economia brasileira: reflexões internacionais” no 14º Fórum de Lisboa
Abertura: Dólar e juros sobem com geopolítica
Dólar e juros sobem em sessão de nova alta do petróleo motivada pelas incertezas sobre o Oriente Médio em meio a notícias de ataques mútuos.
A busca por proteção apoia a alta da moeda norte-americana antes pares e emergentes.
O DXY sobe 0,24%, a 99,455, com o dólar se estabilizando frente ao iene, após máxima de 160/US$, acendendo alertas de intervenção.
O dólar se estabiliza (+0,01%), a 159,913/US$, com fala de Kazuo Ueda, mais cedo, levantando as chances de aumento de 25pb nos juros em junho.
Os rendimentos dos Treasuries sobem, após a queda ontem, de olho em dados dos EUA.
Antes do payroll (que sai na 6ª feira), ADP e Jolts confirmaram resiliência do mercado de trabalho norte-americano.
Ainda hoje saem o PMI de serviços do ISM e o Livro Bege do Fed, à tarde.
Às vésperas de um feriado no Brasil, os juros futuros sobem na faixa dos 14%, com o mercado já apostando em Selic mais alta.
À tarde, serão divulgados fluxo cambial semanal, o IC-Br de maio e a balança comercial.
Abertura: Dólar e juros sobem com geopolíticaDól
Abertura: Dólar e juros sobem com geopolítica
Dólar e juros sobem em sessão de nova alta do petróleo motivada pelas incertezas sobre o Oriente Médio em meio a notícias de ataques mútuos. A busca por proteção apoia alta da moeda americana antes pares e emergentes. O DXY sobe 0,24%, a 99,455, com o dólar se estabilizando frente o iene, após máxima de 160/US$, acendendo alertas de intervenção. O dólar se estabiliza (+0,01%), a 159,913/US$, com fala de Kazuo Ueda, mais cedo, levantando as chances de + 25pb nos juros em junho. Os rendimentos dos Treasuries sobem, após queda ontem, de olho em dados americanos. Antes do payroll (6ªF), ADP e Jolts confirmaram resiliência do mercado de trabalho dos EUA. Ainda hoje saem o PMI de serviços do ISM e o Livro Bege do Fed, à tarde. Às vésperas de um feriado no Brasil, os juros futuros sobem na faixa dos 14%, com o mercado já apostando em Selic mais alta. À tarde, serão divulgados fluxo cambial semanal, o IC-Br de maio e a balança comercial. O Ibovespa cai 1,61% (171.393,45). (Ana Katia)