Giro das 12h: Ibovespa cai com geopolítica, infl

Giro das 12h: Ibovespa cai com geopolítica, inflação e eleições no radar

O Ibovespa cai a 168.378,42 (-0,84%) , após máxima de 169.812,46 e mínima de 168.070,99, enquanto o dólar e juros oscilaram muito pela manhã em meio a uma piora nas perspectivas para a guerra, para a trajetória dos juros, com as eleições presidenciais no radar. Há pouco a moeda subia 0,14%, a R$ 5,1845 e os juros estavam mistos. Petrobras (ON +1,80%; PN +1,00%) acompanha o petróleo (+1,5%) e Vale (-1,35%) pega a contramão do minério (+1,51%) após ataques retaliatórios entre os EUA e o Irã e novas ameaças de Trump. A busca por segurança valoriza o dólar de forma generalizada já que a incerteza sobre a duração da guerra reforça expectativas de aperto monetário em um cenário de mercado de trabalho sólido e inflação resistente. O mercado vê chances de o Fed subir juros ainda este ano em 25pb. Aqui, o BC pode pausar o afrouxamento monetário já na próxima semana. Mais cedo, CPI dos EUA veio em linha com o esperado e acima da meta. Aqui, pesquisa da Genial/Quaest hoje mostrou Lula ampliando vantagem sobre Flávio Bolsonaro. O DXY (99,890) e os rendimentos dos Treasuries operam estáveis, em níveis elevados. As bolsas americanas também estão no negativo: Dow Jones -0,92%; S&P 500 -0,75% e Nasdaq -0,98%. (Ana Katia)

Abertura: Dólar e juros sobem com Oriente Médio e CPI dos EUA apontando aumento de juros

O dólar se estabiliza frente ao real, a R$ 5,1781 (+0,01%), após mínima de R$ 5,1641, e os juros futuros também sobem, com os mercados apostando em alta da Selic por tempo prolongado.

As taxas chegaram a inverter o sinal à altura da divulgação do CPI norte-americano, mas voltaram a subir.

O DI Jan/28 avançou 11 pontos, a 15,025%, de 14,934%; a taxa mais curta tem leve queda, a 14,485%, de 14,511%.

O petróleo sobe 1% após Trump dizer que estava prestes a ordenar investidas contra infraestrutura do Irã na esteira dos ataques mútuos nesta madrugada.

O DXY se estabiliza (-0,07%) em nível alto (99,835), assim como os rendimentos dos Treasuries, depois da leitura de inflação anual em linha com as expectativas, mas muito acima da meta.

A narrativa sobre manutenção de juros em junho não mudou, mas o mercado dá como certo um aumento de 25 pb até o final do ano.

Abertura: Dólar e juros sobem com Oriente Médio

Abertura: Dólar e juros sobem com Oriente Médio e CPI dos EUA apontando aumento de juros

O dólar se estabiliza frente o real, a R$ 5,1781 (+0,01%), após mínima de R$ 5,1641, e os juros futuros também sobem, com os mercados apostando em alta da Selic por tempo prolongado. As taxas chegaram a inverter o sinal à altura da divulgação do CPI americano, mas voltaram a subir. O DI Jan/28 avançou 11 pontos, a 15,025%, de 14,934%; a taxa mais curta tem leve queda, a 14,485%, de 14,511%. O petróleo sobe 1% após Trump dizer que estava prestes a ordenar investidas contra infraestrutura do Irã na esteira dos ataques mútuos nesta madrugada. O DXY se estabiliza (-0,07%) em nível alto (99,835), assim como os rendimentos dos Treasuries, depois da leitura de inflação anual em linha com as expectativas, mas muito acima da meta. A narrativa sobre manutenção de juros em junho não mudou, mas o mercado dá como certo um aumento de 25 pb até o final do ano. O Ibovespa cai 0,58% (168.822,90). (Ana Katia)