++ Irã: Agência de notícias semioficial Mehr rel
++ Irã: Agência de notícias semioficial Mehr relata que o número de vítimas dos ataques em todo o país chegou a 1.045; ontem, 787 pessoas haviam sido dadas como mortas
++ Irã: Agência de notícias semioficial Mehr relata que o número de vítimas dos ataques em todo o país chegou a 1.045; ontem, 787 pessoas haviam sido dadas como mortas
O dólar cai a R$ 5,2174 (-0,91%), operando hoje em linha com o exterior, onde a moeda cede ante a maioria dos pares e emergentes.
O DXY está levemente abaixo de 99 pontos (98,834), em queda de 0,22%, ainda de olho nos desdobramentos do conflito com o Irã.
Os preços do petróleo, há pouco, operavam em baixa, depois de subirem de forma mais moderada.
Isso aconteceu após Trump afirmar que escoltaria embarcações que transitassem pelo Estreito de Ormuz, se necessário, aliviando preocupações sobre novas pressões inflacionárias.
Além disso, há sinalizações de discussão sobre o fim do conflito, sem detalhes.
Os rendimentos dos Treasuries seguem em alta, mas também esfriaram, e a expectativa é que o Fed reduza juros ainda duas vezes no ano, mais para setembro.
Aqui, os juros futuros recuam, especialmente na ponta longa, acompanhando a moeda, poucos dias antes do Copom.
O risco geopolítico não alterou apostas de afrouxamento monetário em março e a dúvida é a magnitude do corte da Selic.
Na agenda internacional, o relatório de emprego da ADP sai às 10h15 e os estoques de petróleo do DoE, às 12h30, com previsão de +1,6 milhão de barris.
Abertura: Dólar cai com exterior e juros acompanham; guerra segue no radar
O dólar cai a R$ 5,2174 (-0,91%), operando hoje em linha com o exterior, onde a moeda cede ante a maioria dos pares e emergentes, com o DXY levemente abaixo de 99 pontos (98,834), em -0,22%, ainda de olho nos desdobramentos do conflito com o Irã. Os preços do petróleo há pouco operavam em baixa, depois de subirem de forma mais moderada após Trump afirmar que escoltaria embarcações que transitassem pelo Estreito de Ormuz, se necessário, aliviando preocupações sobre novas pressões inflacionárias. Além disso, há sinalizações de discussão sobre o fim do conflito, sem detalhes. Os rendimentos dos Treasuries seguem em alta, mas também esfriaram, e a expectativa é que o Fed reduza juros ainda duas vezes no ano, mais para setembro. Aqui, os juros futuros recuam, especialmente na ponta longa, acompanhando a moeda, poucos dias antes do Copom. O risco geopolítico não alterou apostas de afrouxamento monetário em março e a dúvida é a magnitude do corte da Selic. Na agenda internacional, o relatório de emprego da ADP sai às 10h15 e os estoques de petróleo do DoE, às 12h30, com previsão de +1,6 milhão de barris. O Ibovespa avança a 186.136,55 pontos (+1,66%). (Ana Katia)