Dólar corrige parte da alta recente, após Trump acalmar os mercados sobre o abastecimento global de petróleo
EUA acenaram com escolta de petroleiros no Estreito de Ormuz
A melhora na percepção de risco dos investidores sobre o conflito de EUA e Israel contra o Irã ajudou o dólar à vista a recuar frente ao real, devolvendo parte da forte alta registrada ontem.
O mercado segue atento aos desdobramentos no Oriente Médio, mas a promessa de Donald Trump, de colocar a Marinha americana para fazer escolta de petroleiros no Estreito de Ormuz e garantir taxas de seguro mais acessíveis para as empresas de navegação, ajudou a afastar a preocupação com uma possível pressão inflacionária decorrente da disparada do petróleo.
Por aqui, os novos ruídos provocados pelo desdobramento da investigação do caso do Banco Master acabaram prejudicando uma correção mais acentuada do câmbio.
Na agenda do dia, o BC divulgou que o fluxo cambial em fevereiro registrou entrada líquida expressiva, de US$ 5,429 bilhões.
O dólar à vista fechou em baixa de 0,89%, a R$ 5,2182, após oscilar entre R$ 5,1941 e R$ 5,2574.
Às 17h01, o dólar futuro para abril recuava 1,19%, a R$ 5,2555.
Lá fora, o índice DXY caía 0,23%, para 98,828 pontos.
O euro subia 0,24%, para US$ 1,1640. E a libra ganhava 0,15%, a US$ 1,3374.