Giro das 15h: Bolsas ensaiam melhora após Trump falar em “4 a 5 semanas” para fim dos conflitos no Oriente Médio

Por aqui, ações da Petrobras dão suporte à recuperação

Screen showing data about the financial crisis because of the coronavirus
Foto: The screen showing data about the financial crisis because of the coronavirus

Depois do estresse inicial provocado pelos ataques dos EUA e Israel ao Irã e pela contraofensiva iraniana com diversos alvos no Oriente Médio, as bolsas ensaiam uma acomodação na tarde desta 2ª feira.

Em NY, o Dow Jones (-0,05%) opera perto da estabilidade, enquanto S&P500 (+0,12%) e Nasdaq (+0,39%) já firmam alta.

Por aqui, o Ibovespa ensaia um movimento de alta (+0,12%, aos 189.008 pontos), embalado por Petrobras ON (+3,86%) e PN (+3,99%).

Em um evento há pouco na Casa Branca, Donald Trump repetiu que a guerra no Oriente Médio vai “levar o tempo que for necessário”, mas que ele estima de “4 a 5 semanas” de conflito.

O petróleo se afastou das máximas, mas segue estressado (WTI/Abril +5,24%, a US$ 70,53; Brent/maio +5,85%, a US$ 77,13).

Os preços devem permanecer assim enquanto durar a interdição do Estreito de Ormuz, onde mais de 150 petroleiros já estão parados.

O dólar à vista ainda avança (+0,69%, a R$ 5,1693), mas já dá sinais de alívio, depois de bater R$ 5,2145 na máxima do dia.

No exterior, o índice DXY sobe 0,96%, aos 98.548 pontos. Os juros futuros também se afastam das máximas (DI Jan/27 a 13,310%; Jan/33 a 13,350%).

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