Ouro volta a subir e renova recordes com risco geopolítico no radar

Comportamento segue tendência de busca por ativos seguros

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Foto: (Foto: Unsplash)

Após a leve queda de ontem, o ouro retomou a trajetória de alta nesta quarta-feira e renovou marcas históricas. O comportamento segue a tendência de busca por ativos seguros em meio ao avanço dos riscos geopolíticos, sobretudo diante de uma possível intervenção dos EUA no Irã – que segue reprimindo com violência os protestos populares.

Diante de uma possível investida americana, Teerã ameaçou responder de forma decisiva e afirma estar mais preparado do que estava durante a guerra de 12 dias, em junho de 2025. De pano de fundo, o mercado monitora as negociações dos EUA com autoridades sobre o futuro da Groenlândia, desejada por Trump.

À CNBC, Daniel Casali, da Evelyn Partners, disse que um dos fatores que impulsionam a alta do metal preciso é o “nacionalismo de recursos”, com os EUA e a China buscando obter vantagem por meio do controle de recursos essenciais.

O contrato do ouro para fevereiro fechou em alta de 0,80% na Comex, cotado a US$ 4.635,70 por onça-troy (novo recorde), após bater nova máxima intradia, a US$ 4.650,10.

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