Giro das 15h: Ibovespa mantém alta firme, enquanto dólar e juros recuam após IPCA; NY avança em bloco

IPCA de junho subiu 0,16%, bem abaixo do consenso, que apontava alta de 0,31%

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Foto: (Foto: Unsplash)

O Ibovespa mantém alta firme neste meio de tarde (+2,68%, aos 177.375,81 pontos), operando perto das máximas, embalado pela boa surpresa sobre a inflação – o que reforça apostas na continuidade do ciclo de cortes na Selic.

O IPCA de junho apresentou alta de 0,16%, a menor desde 2023, quase metade do esperado pelo mercado (+0,31%).

O giro projetado para o fechamento é um pouco melhor que de outros pregões, mas ainda fraco: R$ 22 bilhões.

Entre as blue chips, destaque para os bancos: Itaú PN +3,40%, Bradesco PN +4,00% e BTG unit +4,45%.

O dólar à vista cai frente ao real (-0,30%, a R$ 5,1075), em linha com o exterior e o otimismo local com a inflação, o que também derruba os juros futuros (DI Jan/27 a 13,905% e Jan/28 a 13,830%).

No exterior, os investidores seguem monitorando os desdobramentos das tensões entre EUA e Irã. Hoje, Trump afirmou que os iranianos pediram para continuar as “conversas”, o que foi aceito pelos EUA, embora ressalte que o cessar-fogo está “encerrado”.

Apostando em um desfecho positivo, o petróleo negocia em baixa, de cerca de 1%.

Em NY, as bolsas sobem em bloco (Dow Jones +0,26%, S&P500 +0,32% e Nasdaq +0,22%), com destaque para a estreia dos ADRs da SK Hynix, que há pouco disparavam 15,5%.

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