Dólar avança em sessão de dados nos EUA e nova pesquisa eleitoral

Informe do BC mostrou piora no quadro fiscal e no endividamento da população

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O dólar à vista fechou o pregão com alta de quase 1% nesta 4ªF, com investidores de olho no cenário externo, indicadores e falas de autoridades monetárias.

Novos dados do BC mostraram piora no fiscal e no endividamento da população.

Outro ponto de atenção foi a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, que mostrou Lula com uma vantagem de 6,5 pp em um eventual 2º turno contra Flávio Bolsonaro.

O dólar também acelerou ganhos após notícia de os EUA sancionarem dois cidadãos brasileiros e três empresas por suposta ligação com o PCC.

As falas do presidente do Fed, Kevin Warsh, no Fórum de Sintra em manter o compromisso da atingir a meta de 2% também pesaram no desempenho.

O dólar à vista fechou em alta de 0,92%, a R$ 5,2103, após oscilar entre R$ 5,1689 e R$ 5,2167.

Às 17h05, o dólar futuro para agosto subia 0,90%, a R$ 5,247.

Lá fora, o índice DXY subia 0,22%, aos 101,405 pontos. O euro caia 0,39%, a US$ 1,1378. E a libra ganhava 0,13%, para US$ 1,3278.

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