Juros futuros recuam com tombo do petróleo trazendo alívio à inflação
EUA e Irã fecharam acordo provisório para encerrar a guerra
Os juros futuros seguiram queimando prêmios nesta 2ªF, na esteira da queda do petróleo e da notícias sobre o acordo entre EUA e Irã para colocar fim à guerra no Oriente Médio. Porém, a queda das taxas perdeu força durante à tarde, acompanhando a piora da bolsa e do câmbio.
O mercado segue ajustando posições à decisão do Copom desta semana, com a aposta de corte de 0,25 pp ganhando força, conforme a queda do petróleo reduz as pressões inflacionárias.
Na agenda do dia, o boletim Focus mostrou nova piora nas projeções de inflação em 2026 (de 5,11% para 5,30%), 2027 (de 4,03% para 4,10%) e 2028 (de 3,65% para 3,68%). Os economistas também revisaram para cima suas previsões para a Selic no fim de 2026 (de 13,50% a 13,75%), de 2027 (de 11,50% para 12%) e de 2028 (de 10,00% a 10,25%).
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,240% (de 14,351% no ajuste anterior); Jan/28 a 14,355% (14,512%); Jan/29 a 14,330% (14,449%); Jan/31 a 14,240% (14,329%); e Jan/33 a 14,225% (14,307%).