Giro das 12h: Com o Oriente Médio no radar, Ibovespa se descola de NY
Em Wall Street, fabricantes de chips registram altas com entusiasmo sobre IA
O Ibovespa recua para 176.376,05 pontos (-0,81%), com a baixa da maioria dos papeis, incluindo os de maior peso.
Bancos (Bradesco PN -1,49%; Itaú -1,24%) recuam, assim como Vale (-0,43%).
Os da Petrobras operam mistos (ON +0,27%; PN -0,23%), em linha com o petróleo (Brent +3,63%; WTI -3,32%).
Wall Street, por sua vez, volta do feriado acompanhando o movimento nos títulos e renovando entusiasmo com a IA.
Dow Jones cai 0,01%; S&P 500 avança 0,87% e Nasdaq tem ganho de 1,41%.
A Micron dispara 17,71% depois de a corretora UBS ter elevado preço-alvo e citou acordos de fornecimento de longo prazo, aproximando a fabricante de chips do valor de mercado de US$ 1 trilhão.
Broadcom avança 4,83%, após apresentar um chip que completa “portfólio de banda larga sem fio mais avançado do setor”.
No Oriente Médio, novos ataques dos EUA ao Irã reacenderam a incerteza sobre Ormuz, mas esperanças de um acordo de paz parecem prevalecer.
Os rendimentos dos Treasuries cedem em toda a curva, enquanto os investidores reduzem chances de altas de juros do Fed no curto prazo.
Novos dados sobre a inflação saem esta semana e podem dar pistas sobre o choque de energia.
No câmbio, o dólar é estável frente ao real, a R$ 5,0165 (-0,05%). O DXY cede a 99,141 (-0,10%). Aqui, os juros futuros sobem.