Giro das 15h: NY sobe antes do feriado, após aval de Trump a Warsh; ativos domésticos refletem cautela antes do Datafolha e de relatório fiscal
Trump diz que o novo presidente do Fed, Kevin Warsh, terá independência
As bolsas em NY (Dow Jones +0,90%; S&P500 +0,63%; Nasdaq +0,57%) operam em alta firme nesta 6ªF, véspera do feriado prolongado do Memorial Day por lá, com Dow Jones e S&P500 a caminho de novos recordes, com investidores aproveitando a relativa calmaria no noticiário sobre a guerra e o fato de o preço do petróleo (Brent/julho -0,32%, a US$ 102,25) e dos rendimentos dos Treasuries (T-bond de 30 anos a 5,064%, de 5,093% ontem) mostrarem acomodação.
O mercado também acompanhou as declarações de Trump durante a posse de Kevin Warsh, afirmando que o novo presidente do Fed terá independência para fazer “o que quiser”.
Por aqui, o Ibovespa (-0,82%, aos 176.185 pontos) não consegue acompanhar o bom humor externo, com investidores preferindo a cautela antes da divulgação de nova pesquisa Datafolha, que deve mostrar o impacto das conversas de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro na sua campanha à Presidência.
O dólar à vista sobe (+0,33%, a R$ 5,0176), enquanto os juros futuros (DI Jan/27 a 14,075%; Jan/29 a 14,865%; Jan/33 a 14,085%) operam mistos antes da divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas.
Ontem, o ministro Dario Durigan adiantou, em entrevista à CNN Brasil, que o documento trará aumento no bloqueio do Orçamento de 2026, atualmente em R$ 1,6 bilhão.