Juros futuros pegam carona no petróleo e nos Treasuries e queimam prêmios
Expectativa de fim da guerra no Irã puxaram o movimento
Os juros futuros devolveram prêmios nesta 4ªF, acompanhando o maior apetite por risco observado em outros mercados e repercutindo os tombos do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries.
A reabertura parcial do Estreito de Ormuz e as sinalizações de Irã e EUA em encerrar a guerra motivaram o ajuste global nos ativos.
A ata do Fed, indicando a possibilidade de uma alta dos juros americanos caso a guerra continue pressionando a inflação, não chegou a fazer preço no mercado.
No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 14,075% (de 14,148% no ajuste anterior); Jan/28 a 13,890% (14,054%); Jan/29 a 13,955% (14,132%); Jan/31 a 14,110% (14,285%); e Jan/33 a 14,205% (14,370%).