Abertura: Real se descola dos emergentes enquanto juros acompanham exterior antes da ata do Fed
Petróleo cai, mas ainda opera acima dos US$ 100 o barril
Em meio a apostas crescentes em juros mais altos ainda este ano, os mercados aguardam a ata do Fed à tarde.
Antes da guerra, a precificação era de dois cortes pelo BC norte-americano no ano e agora uma maioria já vê aumento de juros (CME).
Documento pode mostrar a divisão do comitê, às vésperas da posse do novo presidente, Kevin Warsh, indicado por Trump, que já exigiu por diversas vezes taxas mais baixas.
O petróleo cede em torno de 2%, reagindo à notícia de que superpetroleiros atravessaram o Estreito de Ormuz hoje, carregando 6 mi de barris.
Mas os contratos de julho seguem acima dos US$ 100 o barril, já que o impasse persiste.
O DXY se estabiliza (+0,07%) hoje, no nível elevado de 99,392 pontos, enquanto, frente ao real, a moeda se descola do movimento contra emergentes, a R$ 5,0497 (+0,18%).
Os rendimentos dos Treasuries cedem em patamar alto: o da Note de 2 anos, a 4,10% e o da Note de 10 anos, a 4,64%.
O juro do T-bond de 30 anos é estável em 5,17%. Aqui, os juros futuros operam em queda, acompanhando o exterior.