Giro das 15h: Alta nos rendimentos dos Treasuries deixa NY em alerta; ativos domésticos sentem piora de Flávio em pesquisa eleitoral
Trump diz que “talvez” tenha que atacar o Irã novamente
As bolsas em NY operam em baixa moderada (Dow Jones -0,20%; S&P500 -0,27%; Nasdaq -0,39%), com os investidores cautelosos com o noticiário sobre a guerra e de olho no comportamento dos Treasuries, depois que o T-bond de 30 anos atingiu sua maior taxa desde 2007 (5,171%, de 5,127% ontem).
Depois de ter dito ontem que havia suspendido um ataque contra o Irã planejado para hoje, Donald Trump afirmou pela manhã que “talvez tenhamos que atacar o Irã novamente; não tenho certeza, vocês saberão muito em breve se precisaremos de outro ataque de grande porte”.
Já o Irã respondeu a ameaça afirmando que “Trump suspendeu o ataque porque percebeu que qualquer ação significaria enfrentar uma resposta militar decisiva”.
Por aqui, além do cenário externo tenso, o investidor também absorve a nova pesquisa AtlasIntel, que confirmou a piora nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro, após o episódio envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O Ibovespa recua 1,27% (174.732 pontos), com queda generalizada de ações. Apenas 7 papéis do índice operam no azul neste momento, com Usiminas PNA (+1,33%) e Natura ON (+1,03%) liderando a lista.
O dólar avança 0,68% (R$ 5,0323) e os juros futuros sobem, especialmente na ponta longa (DI Jan/27 a 14,155%; Jan/29 a 14,110%; Jan/33 a 14,345%), na esteira da alta dos rendimentos dos Treasuries.