Abertura: Dólar e juros sobem de olho no fiscal, eleições, inflação, guerra e na cúpula na China

Pesquisa da Genial/Quaest mostrou recuo na desaprovação do governo Lula

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Foto: (Foto: Pexels)


Efeitos já evidentes do choque de energia na inflação mantêm o dólar como porto seguro e dividem atenção com cúpula na China.

Há pouco, o DXY subia 0,26%, a 98,557. Aqui, a moeda sobe 0,61%, a R$ 4,9251, também com o fiscal e eleições no radar.

Desaprovação ao governo Lula recuou na Genial/Quaest de hoje, melhorando o desempenho do presidente em um eventual 2º turno com Flavio Bolsonaro.

A notícia de que o governo planeja R$ 30 bilhões para financiar carros de motoristas de apps e taxistas também desagradou.

Já as vendas no varejo subiram 0,5% em março e 4% ano a ano.

Os juros futuros sobem, em linha com os rendimentos dos Treasuries, que reagem às evidências de pressão inflacionária.

Após os dados de ontem, o PPI norte-americano divulgado hoje mostrou que o núcleo teve maior aumento desde março de 2022, bem acima das previsões.

O Estreito de Ormuz segue fechado e o petróleo oscila em meio a relatórios que estimam queda na demanda e na oferta neste ano.

Segundo a IEA, os danos à infraestrutura iraniana e o fechamento da via causaram a maior crise de abastecimento da história.

Trump e Xi devem discutir temas como comércio e Taiwan e analistas veem chances de Trump persuadir a China a garantir um acordo de paz em meio ao impasse no cessar-fogo.

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