… O resultado primário do setor público abre a agenda, com previsão de déficit em fevereiro, enquanto o Planejamento nega intenção de mudar a meta fiscal. Na sequência, o Caged desafia o otimismo de Galípolo, que sinaliza a continuidade dos cortes da Selic. Já nos Estados Unidos, o relatório Jolts, com a abertura de vagas em fevereiro, é o destaque, com o investidor antecipando o timing para a retomada das quedas do juro, agora mais preocupado com o risco de estagflação pela guerra prolongada. O petróleo caía na madrugada e os futuros de NY subiam com notícia de bastidor de que Trump estaria disposto a acabar com a guerra. Mas as afirmativas sobre negociações para um acordo são colocadas em dúvida por sucessivas ameaças de intensificar os ataques.
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