União Pet estreia em alta nesta segunda-feira

As ações da União Pet, empresa resultante da fusão entre Petz e Cobasi, operam com ganho nesta segunda-feira.

A nova companhia estreou hoje seu novo ticker (AUAU3), após um longo processo no Cade, encerrado na última sexta-feira.

A transação foi realizada por meio de uma reorganização societária que transformou a Petz em subsidiária integral da União Pet e unificou as bases acionárias dos grupos.

Há pouco, papel avançava 3,80%, negociado a R$ 3,82.

Abertura: Dólar sobe com tensões geopolíticas e juros acompanham

O dólar abriu em alta, acompanhando o exterior, e se fortalecia há pouco a R$ 5,4508 (+0,46%), mais perto da máxima (R$ 5,4533).

Movimento reflete a busca por segurança, após o ataque militar americano à Venezuela, em meio à cautela sobre os desdobramentos da operação.

Trump tem mencionado também possibilidade de ações contra a Colômbia e fez afirmações de que Cuba estaria prestes a cair.

O DXY avança à máxima de 98,826 pontos (+0,41%), com a moeda americana estável ante o iene, a 156,929/US$ (+0,05%), após atingir 157,30/US$.

Os juros futuros oscilaram desde a abertura e agora operam em alta, acompanhando a moeda, na contramão dos rendimentos dos Treasuries.

Mais cedo, o Focus não trouxe novidades nas projeções. Os investidores se preparam para uma semana repleta de dados, incluindo o payroll e o IPCA de dezembro.

Os mercados monetários estão precificando dois cortes de 0,25 pp nos juros pelo Fed em 2026.

Primeiro Boletim Focus de2026

O primeiro Boletim Focus de2026, divulgado nesta segunda-feira, 02 de janeiro, concentrou suas principais mudanças nos ajustes feitos pelos agentes de mercado para as projeções de curto prazo, cujo destaque ficou por conta do IPCA de 2025, que fechou em 4,31%, revisão de caráter marginal frente ao dado da semana anterior (4,32%). O recuo foi provocado pela revisão do IPCA de fevereiro, que saiu de 0,38% para 0,37%.

A leve correção em 2025 foi acompanhada por um movimento no sentido oposto em 2026, com a inflação ao final do próximo ano saindo de 4,05% para 4,06%. As modificações não se concentraram nas projeções do primeiro trimestre, cujas taxas mensais de variação permaneceram inalteradas.

Projeções para câmbio e PIB permaneceram inalteradas, mesma situação da taxa de juros, a Selic. Esta última, no entanto, teve seus valores revisados por parte dos participantes do Focus nos últimos cinco dias de coleta, com uma mediana de 12%. Mantida esta perspectiva, a tendência é que o Focus da próxima semana traga uma atualização importante neste campo, que deve ser um dos centros de atenção do mercado ao longo de 2026.