Fechamento: Ibovespa avança e retoma os 163 mil pontos impulsionado pela Vale

O Ibovespa subiu nesta terça-feira, pelo segundo dia consecutivo, mais uma vez embalado pelo bom humor de NY, em uma sessão com poucos indicadores. O índice fechou em alta de 1,11%, aos 163.663,88 pontos. O giro ficou em R$ 24,6 bilhões.

Entre as blue chips, a estrela do pregão foi a Vale, que avançou 3,76% (R$ 75,87), com o aumento do fluxo estrangeiro em torno do papel, acompanhando as recentes valorizações do minério de ferro – uma alta de 3% desde o feriado de Natal, segundo a Genial Investimentos.

Já Petrobras acompanhou o petróleo e caiu (ON -1,92%, a R$ 31,15; e PN -1,85%, a R$ 29,64), ocupando a segunda e a terceira posições entre as maiores baixas do Ibovespa.

O dólar à vista caiu pelo quarto dia seguido e fechou em baixa de 0,47%, a R$ 5,3800, sem novos ruídos políticos e após o término da demanda por remessas de lucros ao exterior.

Em NY, as bolsas tiveram mais uma sessão de ganhos, mas com o foco principal dos investidores deixando de ser as tensões geopolíticas relacionadas à ação dos EUA na Venezuela, para se direcionar à divulgação de dados importantes de empregos no país ao longo da semana.

Dow Jones subiu 0,99% (49.462,08). S&P500 ganhou 0,62% (6.944,81). Nasdaq teve alta de 0,65% (23.547,17). Por sua vez, os retornos dos Treasuries também avançaram.

Fechamento dos Mercados

▫️ IBOVESPA: +1,11% | 163.663,88 pts

▫️ DOW JONES: +0,99% | 49.462,08 pts

▫️ S&P500: +0,62% | 6.944,81 pts

▫️ NASDAQ: +0,65% | 23.547,17 pts

▫️ DÓLAR: -0,47% | R$ 5,3800

▫️ EURO: -0,89% | R$ 6,2829

▫️ BITCOIN: -1,67% | US$ 92.389,00

Juros futuros terminam em leve alta, com mercado à espera do IPCA de 2025

Os juros futuros terminaram em leve alta nesta terça-feira, em mais uma sessão volátil e sem referências de indicadores ou notícias relevantes para o mercado.

As taxas operaram durante boa parte do dia em baixa, acompanhando o viés do câmbio. Investidores seguem cautelosos, à espera do IPCA fechado de 2025, que sai na sexta-feira.

O mercado monitorou o leilão de NTN-B feito pelo Tesouro, que teve boa demanda, apesar do lote expressivo ofertado, de 1,3 milhão de papéis.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 marcava 13,735% (de 13,696% no ajuste anterior); Jan/29 a 13,015% (13,004%); Jan/31 a 13,345% (13,316%); e Jan/33 a 13,520% (13,463%).

Dólar cai pelo 4º dia seguido e fecha em R$ 5,38, sem ruído político e após cessar a demanda para remessas

O dólar à vista deu sequência ao movimento de correção iniciado no fim do ano passado, com o término da demanda por remessas de lucros ao exterior e também sem novos ruídos políticos, e caiu pela quarta sessão consecutiva nesta terça-feira.

O quadro favorável ao “day trade”, com a manutenção da Selic em 15% pelo menos até março, favorece a entrada de capital estrangeiro, mantendo o real apreciado.

O dólar à vista fecha em baixa de 0,47%, a R$ 5,3800, após oscilar entre R$ 5,3635 e R$ 5,4177. Às 17h02, o dólar futuro para fevereiro caía 0,61%, a R$ 5,4145.

Lá fora, o índice DXY subia 0,30%, aos 98,567 pontos. O euro caía 0,25%, a US$ 1,1691. E a libra perdia 0,29%, a US$ 1,3502.