RSI indica fundo e Eric Trump projeta BTC a US$ 1 milhão
Bitcoin (BTC) – variação 24h -1,62%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -2,45%
Tether USDt (USDT) – variação 24h +0,01%
BNB (BNB) – variação 24h: -2,01%
XRP (XRP) – variação 24h: -4,76%
SOLANA (Sol) – variação 24h: -3,22%
USDC (USDC) – variação 24h: +0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: -3,26%
TRON (TRX) – variação 24h: -0,12%
Cardano (ADA) – variação 24h: -3,34%
Atualização de 19/02/26 às 11h39 | Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Bitcoin enfrenta volatilidade em US$ 70 mil e RSI semanal ecoa mercado de baixa de 2022: Após tocar brevemente os US$ 70.000, o BTC devolveu ganhos em meio a “armadilhas de liquidez” durante feriado bancário nos EUA. A baixa liquidez permitiu manipulações de curto prazo, resultando em US$ 120 milhões em liquidações. Analistas da Material Indicators destacam que o RSI semanal atingiu 27,8 pontos, o nível mais baixo desde junho de 2022, o que historicamente sinaliza uma fase de formação de fundo “uma vez por ciclo”.
- Eric Trump projeta Bitcoin a US$ 1 milhão e cita “debanking” como motivador: Em evento na Flórida, os filhos de Donald Trump reafirmaram otimismo no ativo apesar da cotação atual (cerca de US$ 66.500) estar 50% abaixo da máxima histórica de 2025. Eric Trump defendeu que o potencial de valorização compensa o risco frente à renda fixa, enquanto Trump Jr. criticou o sistema tradicional, chamando-o de “esquema de Ponzi” e revelando que a família migrou para o setor após ter contas bancárias encerradas por motivos políticos em 2021.
- Mineradora ligada aos Emirados Árabes detém US$ 344 milhões em lucro não realizado: Uma operação de mineração estatal na Ilha Al Reem consolidou os Emirados como player estratégico, detendo 6.782 BTC (aprox. R$ 2,5 bilhões). Diferente de outros países que apenas apreendem moedas, a nação investe em infraestrutura industrial e energia renovável. A estratégia de custódia firme, sem movimentações há meses, contrasta com as recentes vendas do Butão e sinaliza a transição do Bitcoin para um ativo de reserva soberana e geopolítica.
- Arthur Hayes alerta para crise de liquidez fiduciária e impacto da IA no mercado: O fundador da BitMEX afirmou que o Bitcoin é o “alarme” que antecipa a destruição de crédito global. Segundo Hayes, a substituição de empregos por IA gerará inadimplência em massa, forçando governos a imprimirem dinheiro para evitar o colapso. Embora preveja uma crise severa no curto prazo, ele acredita que essa injeção de liquidez levará o BTC a novas máximas, mantendo apostas pessoais em ativos como Zcash e Hyperliquid até meados de 2026.
Resumo do mercado
O mercado cripto atravessa um período de “breakouts e shakeouts”, com o Bitcoin lutando para sustentar o patamar de US$ 70 mil enquanto indicadores técnicos (RSI) sugerem uma exaustão de venda comparável a fundos históricos. A narrativa institucional ganha força com mineradoras estatais nos Emirados Árabes tratando o ativo como reserva estratégica, ignorando a volatilidade de curto prazo.
No campo macro, a visão de nomes como Arthur Hayes e a família Trump converge para a desconfiança no sistema financeiro tradicional, posicionando o Bitcoin não apenas como investimento, mas como uma válvula de escape contra o “debanking” e a inflação monetária iminente.
Bitcoin recua e Núclea lança stablecoin brasileira
Bitcoin (BTC) – variação 24h – 3,04%
Ethereum (ETH) – variação 24h: – 4,41%
Tether USDt (USDT) – variação 24h 0,00%
BNB (BNB) – variação 24h: – 2,83%
XRP (XRP) – variação 24h: – 3,20%
SOLANA (Sol) – variação 24h: – 4,65%
USDC (USDC) – variação 24h: + 0,03%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: – 3,96%
TRON (TRX) – variação 24h: 0,00%
Cardano (ADA) – variação 24h: – 3,42%
Atualização de 09/02/26 às 10h23 Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
- Bitcoin recua abaixo de US$ 70 mil e Solana lidera perdas entre altcoins: Após um ensaio de recuperação no fim de semana, o BTC caiu 1% nesta segunda-feira, negociado a US$ 69.290 (R$ 362.290). Analistas classificam a alta recente como um “alívio pós-crash”, sem demanda real sustentada e pressionada por ventos contrários macroeconômicos. A Solana (SOL) registrou a maior queda do top 10, recuando 4,1% para US$ 83,74, acompanhada por baixas no Ethereum e XRP.
- Núclea lança BRLN e fortalece infraestrutura de tokenização no Brasil: A antiga CIP anunciou sua stablecoin institucional lastreada em reais, desenvolvida para liquidar operações em ambiente blockchain com segurança regulatória. A BRLN servirá inicialmente para processos internos, como o leilão de cotas de consórcio (N-COTAS), com previsão de integração futura em redes públicas. O movimento posiciona a Núclea como base crítica para a migração do sistema financeiro nacional para a economia tokenizada.
- Strategy descarta risco de insolvência, exceto em colapso extremo do Bitcoin: O CEO da companhia afirmou que o balanço corporativo só estaria ameaçado se o BTC despencasse para US$ 8.000 por cinco anos consecutivos. Apesar do prejuízo líquido de US$ 12,6 bilhões no 4º trimestre devido à desvalorização do ativo, a empresa reforçou sua estratégia de acumulação. No curto prazo, o mercado observa o suporte de US$ 87.210, enquanto o RSI em 18 pontos indica uma forte condição de sobrevenda.
- Divergência entre Ouro e Bitcoin reflete estágio de maturação do ativo: Enquanto o ouro atinge US$ 4.800 impulsionado por reservas soberanas, o BTC segue 40% abaixo de sua máxima histórica, atuando ainda como ativo de crescimento e não como hedge absoluto. Segundo a Hashdex, a ausência do Bitcoin nos balanços de bancos centrais é o que define a oportunidade atual, sendo uma transição geracional. A tese de escassez digital permanece intacta, aguardando clareza regulatória para atrair fluxos institucionais de longo prazo.
Resumo do mercado
O mercado cripto enfrenta uma segunda-feira de correção, com o Bitcoin (BTC) devolvendo os ganhos do fim de semana e operando na casa dos US$ 69 mil. A divergência com o ouro, que renova máximas, evidencia que o criptoativo ainda é refém de fluxos especulativos e do sentimento de risco (“risk-on”), enquanto bancos centrais priorizam metais preciosos.
No Brasil, a inovação segue resiliente com a Núclea lançando a BRLN, sinalizando que a infraestrutura para o Real Digital e ativos tokenizados avança a passos largos, independentemente da volatilidade momentânea dos preços.
BC endurece regras cripto e Bitcoin recua
Bitcoin (BTC) – variação 24h -0,44%
Ethereum (ETH) – variação 24h: -1,57%
Tether USDt (USDT) – variação 24h +0,01%
BNB (BNB) – variação 24h: +0,84%
XRP (XRP) – variação 24h: +0,62%
SOLANA (Sol) – variação 24h: +0,99%
USDC (USDC) – variação 24h: -0,01%
Dogecoin (DOGE) – variação 24h: +2,02%
TRON (TRX) – variação 24h: -0,94%
Cardano (ADA) – variação 24h: +3,60%
Atualização de 02/02/26 às 12h19 Fonte: [investing.com]
Principais notícias e indicadores
Banco Central inicia fiscalização do mercado cripto e exige segregação patrimonial
Entram em vigor nesta segunda-feira as Instruções Normativas 701 e 704, estabelecendo o marco regulatório das VASPs no Brasil. As novas regras impõem auditoria externa e a obrigatoriedade de separação entre os ativos dos clientes e os da própria corretora. Empresas já operantes têm até outubro de 2026 para solicitar autorização, enquanto novos negócios estão proibidos de atuar sem licença prévia do Banco Central.
Bitcoin recua 14% no ano e busca suporte na faixa de US$ 74.000
Após falhar em sustentar o patamar de US$ 100 mil em janeiro, a principal criptomoeda opera em queda, pressionada pela inflação de serviços nos Estados Unidos e por saídas líquidas de US$ 278 milhões dos ETFs. No Brasil, o par BTC/BRL caiu para R$ 404.594, com investidores atentos ao suporte psicológico de R$ 400 mil. Analistas apontam que a manutenção dos níveis atuais é crucial para evitar testes nas médias móveis de longo prazo.
Banco Master é investigado pela PF por movimentar R$ 2,8 bilhões para empresa cripto]
A Polícia Federal apura operações de câmbio realizadas para a One World Services (OWS), sob suspeita de lavagem de dinheiro para grupos criminosos. Segundo a investigação, o banco teria ignorado a ausência de documentação exigida em 331 operações de remessa ao exterior entre 2018 e 2021. O caso integra a Operação Colossus, que monitora fluxos financeiros que podem chegar a R$ 60 bilhões no setor.
Sentimento de “medo extremo” domina o mercado cripto e sinaliza capitulação
O Índice de Medo e Ganância caiu para 16 pontos após o Bitcoin perder suportes relevantes e registrar cerca de US$ 1,6 bilhão em liquidações de posições compradas. Analistas avaliam que, em um cenário de baixa prolongada, o ativo pode buscar fundos entre US$ 50.000 e US$ 58.000, níveis próximos à média móvel de 200 semanas. A aversão ao risco reflete o pessimismo macroeconômico global e a ausência de catalisadores de curto prazo.
Resumo do mercado
O mercado cripto inicia fevereiro sob forte postura defensiva, com o Bitcoin (BTC) lutando para sustentar o patamar de US$ 74 mil em um ambiente global marcado por juros elevados e inflação persistente. No Brasil, o cenário regulatório passa por uma inflexão relevante com a entrada em vigor das novas normas do Banco Central, que encerram a fase de autorregulação e impõem exigências institucionais mais rigorosas ao setor.
Em paralelo, as investigações envolvendo o Banco Master reforçam o aumento do escrutínio sobre operações de câmbio ligadas a criptoativos, elevando a pressão por governança, compliance e transparência.