Giro das 15h: Ibovespa sobe com Vale e bancos

NY melhora, ainda de olho na relação EUA-China

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A bolsa brasileira apresenta leve alta nesta segunda-feira, sustentada principalmente por Vale e bancos, apesar da forte volatilidade vista no mercado americano em razão do vaivém nas tensões entre EUA e China.

Mais cedo, o FMI divulgou previsão de crescimento do Brasil, apontando que o PIB em 2025 deve avançar a 2,4%, 0,1 pp acima da estimativa de julho.

Há pouco, o Ibovespa subia 0,23%, aos 142.110,95 pontos, com giro projetado de R$ 16 bilhões. Vale tinha ganho de 0,32%, Itaú +1,02% e Bradesco PN +2,07%.

O dólar tinha leve alta de 0,09%, a R$ 5,4667, enquanto os juros futuros caíam (DI Jan/27 sobe a 14,000%; Jan/29 cai a 13,360%).

Em NY, o dia mostra grande volatilidade. Pela manhã, declarações de Bessent, que acusou Pequim de tentar enfraquecer a economia global ao restringir a exportação de minerais críticos, estressou os mercados.

No início da tarde, porém, o representante comercial de Trump, Jamieson Greer, afirmou que a tarifa extra de 100% sobre produtos chineses depende da próxima ação de Pequim, mas destacou acreditar que os EUA serão capazes de “superar isso” – o que acalmou os ânimos em NY.

O dia teve ainda um discurso de Powell, que manteve seu tom cauteloso, dizendo que não há um caminho isento de riscos para a política monetária dos EUA.

Há pouco, as bolsas americanas operavam sem direção única: Dow Jones +0,94%, S&P500 +0,32% e Nasdaq -0,21%.

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