Petróleo cai firme com sinalizações positivas sobre fluxo em Ormuz e demanda fraca
Duração da guerra no Irã, no entanto, ainda é incerta
Os contratos futuros de petróleo apresentaram queda firme nesta 3ªF, diante de sinalizações positivas sobre o fluxo no Estreito de Ormuz, apesar das constantes incertezas sobre a duração da guerra no Oriente Médio.
Os preços recuaram com a declaração do secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, de que o tráfego em Ormuz está “aumentando de forma muito significativa”.
Ontem à noite, Trump renovou o otimismo e disse que um acordo com o Irã poderia ser assinado “em dois ou três dias”.
Hoje à tarde, porém, o mercado voltou a temer por uma possível escalada do conflito após o presidente americano acusar os iranianos de terem abatido um helicóptero Apache que patrulhava Ormuz e dizer que os EUA “responderão” – sem dar maiores detalhes.
Do ponto de vista dos fundamentos, a EIA estima uma redução na demanda global pela comodity, de 1,1 milhão de bpd neste ano, revertendo projeção anterior de aumento de 200 mil bpd.
No fechamento, o contrato do Brent para agosto caiu 2,97%, a US$ 91,45 por barril na ICE, enquanto o WTI para julho recuou 3,40%, a US$ 88,20 por barril na Nymex.